sábado, 26 de abril de 2014

Musik in der Nacht - Classic

Guten Abend Freude!
Um pouco de música clássica na noite de sexta feira...........

música clássica significou e significa estabelecimento de padrões de qualidade e de composição que influenciam o mundo da música desde os séculos XVIII e XIX até hoje. Os grandes compositores alemães ocupam um lugar de destaque entre os muitos compositores, nesta época.

Bach talvez tenha sido o maior músico da primeira metade do século XVIII. Ele é lembrado como o nome maior do estilo de música barroco, que marcou toda uma época.

Franz Schubert viveu no início do século XVIII e fez a mudança do período clássico para o período romântico. Schubert foi um cidadão do chamado império da Áustria, mas sua língua materna e sua cultura o permitem classificar como um dos gênios da música clássica alemã. 



Brahms viveu na segunda metade do século XIX e  está associado ao movimento europeu do Romantismo. Suas composições tentaram conciliar toda a criatividade e irreverência romântica com a formalidade e as regras clássicas.


Ludwig van Beethoven é um dos mais conhecidos compositores alemães a nível mundial, não só pela popularidade de suas sinfonias, como a Quinta ou a Nona, mas também pelo seu prodígio, pois nunca deixou de tocar e compor música, mesmo depois de ter perdido a audição.


Wolfgang Amadeus Mozart revelou um talento musical muito precoce e foi não só um dos autores mais geniais de musical clássica mas também um dos mais produtivos. Deixou mais de 600 obras



Bis Morgen!



Georg Jann - Mestre construtor de órgãos nas páginas da Deutsche Welle

Sr. Jann (à esquerda) e Sr. Harold Letzow
Um coralista do Coro Masculino Liederkranz do C.c. 25 de julho de Blumenau, tem outro tipo de contato com a música, além da voz que empresta ao coro no qual é coralista. Sua história foi publicada no Site do Deutsche Welle.

Vamos conhecer um pouquinho, através da publicação da Deutsche Welle - O Mestre construtor de órgãos: Sr. Georg Jann.
 
Sr. Jann - à direita com os amigos do Coro Masculino Liederkranz
 Segue a reportagem....

Mestre alemão de 80 anos (em 2014) constrói órgão em mosteiro no Brasil

Georg Jann já construiu mais de 200 órgãos. O mais recente foi fabricado em solo brasileiro, onde o berlinense vive desde 2006. Um mosteiro do interior paulista abriga o instrumento, de 5 metros de altura e mil tubos.

O mestre em ação
Georg Jann começou a estudar a arte de construir órgãos aos 14 anos – em 1º de setembro de 1948. E não fez outra coisa desde então. Em 2006, o mestre organeiro natural de Berlim mudou-se para Blumenau, Santa Catarina, onde seguiu adiante com a profissão. Depois de 209 órgãos construídos na Europa, Jann já restaurou três instrumentos e construiu outros três no Brasil. O mais novo deles será inaugurado em setembro no Mosteiro de São Bento em Vinhedo, interior de São Paulo.
O órgão de Vinhedo demorou dois anos e meio para ficar pronto. Com 5 metros de altura, 7 metros de largura, 80 centímetros de profundidade, mil tubos e 17 registros (tipos de som), o instrumento foi confeccionado na oficina de Jann em Rodeio, cidade próxima a Blumenau. Além do alemão septuagenário, no local trabalham apenas mais um carpinteiro e um aprendiz de 16 anos de idade.

Georg Jann já construiu mais de 200 órgãos
"A construção de um órgão é uma história emocionante – desde as pequenas partes até estar montado na igreja. É como dar à luz uma criança. Conheço todos os parafusos, todos os cantos, e a despedida é tão dolorosa como quando os filhos saem de casa", diz Jann.
O mais novo filho do mestre, o órgão de Vinhedo, já está montado e será inaugurado no final de setembro. No dia 23, haverá uma benção solene em uma cerimônia privada. Depois, o instrumento será apresentado ao público, em um concerto às 20:00h do dia 24 e em uma missa às 8:00h do domingo, dia 25.
Dos 209 órgãos que construiu ao longo de seus 20 anos na Alemanha, Jann conta que só não esteve presente na inauguração de dois deles, uma vez porque estava no hospital e a outra porque a cerimônia foi realizada em Tóquio, para onde o instrumento foi exportado. Portanto, "é claro" que estará presente em Vinhedo. "É como para um pai estar presente no batismo de um filho."
Segundo o prior do Mosteiro de São Bento, dom Paulo Sérgio Panza, são esperados mais de 500 visitantes para o concerto e a missa de inauguração do órgão na capela. "As pessoas estão curiosas, pois não estão acostumadas a ouvir um órgão de tubos. E especialistas que viram o instrumento do senhor Jann dizem que não há outro mecânico de igual qualidade no país", diz o religioso.


'Tudo é feito a mão', orgulha-se o organeiro natural de Berlim
O mestre e seu ofício
Georg Jann fez escola na renomada fábrica de órgãos Karl Schuke, em atividade há 60 anos na cidade de Potsdam, próxima a Berlim. Trabalhou na Suíça, na Áustria e em diversas fábricas na Alemanha, onde fez a prova para mestre organeiro. Com o certificado em mãos, fundou a própria empresa em Regensburg, na Baviera, onde produziu instrumentos de 1975 a 1995.
Já casado com a alemã Gerhild, cujo filho havia estudado o ofício de organeiro na empresa de Jann, o mestre mudou-se para Portugal, onde manteve uma fábrica de tubos de órgãos por 11 anos. Hoje, cada um dos dois filhos de Jann dirige um de seus estabelecimentos: o mais velho, o de Portugal, e o mais novo, o da Alemanha.

Gerhild havia emigrado para o Brasil com o primeiro marido na década de 1960 e convenceu Jann a mudar-se para o país para ficar mais próxima dos filhos e netos. Em Blumenau, onde diz sentir-se "muito bem", o aposentado decidiu retomar a profissão durante um culto da igreja evangélica.

Tradição organeira

A capela do mosteiro de Vinhedo foi reformada para receber o instrumento de 5 metros de altura
"Quando um organeiro está sentado na igreja e escuta o som de um órgão eletrônico, algo acontece dentro dele", conta. Foi então que sugeriu reformar o antigo órgão mecânico da paróquia. "Tive de insistir, porque órgão não é uma coisa tão presente aqui como na Alemanha. Há pouco entendimento sobre o instrumento. Muitas pessoas nunca viram ou escutaram um órgão de tubos."
Enquanto na Alemanha há hoje cerca de 170 fábricas de órgãos, Jann diz só conhecer três organeiros profissionais no Brasil. Com sua nova empresa, a Sonoridade Organi, o alemão já tem trabalho previsto para o próximo ano e meio. O mestre restaurará três órgãos, entre eles o da catedral de Porto Alegre, fora de uso há 30 anos. Para o artesão, a demanda por novos órgãos seria maior se houvesse mais organistas no país.

"Sempre trabalhei como organeiro, nunca fiquei sem serviço e espero continuar construindo e restaurando órgãos por muito tempo", declara Jann. Mas o senhor de 77 anos, que diz "não ser mais tão jovem", teme que logo não possa mais exercer seu ofício e gostaria que um jovem aprendiz de organeiro desse continuidade à sua fábrica no Brasil.

Trabalho meticuloso

Durante dois anos e meio, Jann e seus dois ajudantes trabalharam na construção do órgão do Mosteiro de São Bento, que custou 750 mil reais. "Tudo é feito à mão", orgulha-se o mestre. Segundo ele, em sua fábrica na Alemanha, com 30 funcionários, teria construído cinco instrumentos no mesmo período.
Em terras germânicas, a madeira utilizada na construção de órgãos também é outra. Enquanto lá a madeira mais apropriada é o carvalho, no Brasil, Jann aponta o cedro rosa como ideal. "Quase todas as peças do órgão de Vinhedo foram feitas de cedro rosa. Os tubos são uma liga de zinco e chumbo e alguns são de cobre", explica.
Além de ser um dos poucos órgãos totalmente mecânicos do Brasil, o do Mosteiro São Bento ainda tem outra particularidade: a Zimbelstern. Trata-se de um jogo de sinos que produz um som "típico de músicas de Natal", segundo Jann.
O instrumento foi transportado de Santa Catarina a São Paulo desmontado e levou quase um mês para ser instalado na capela do Mosteiro de São Bento. Depois disso, ainda veio o trabalho "mais difícil", segundo dom Paulo: a afinação e entonação.

O regente Virgilio Solli, Georg Jann, Dom Paulo e Luciana Marcussi, arquiteta responsável pela reforma da capela
Apesar de só conseguir tocar o órgão quando está sozinho, por ficar agitado diante do público, em afinação Jann é especialista. Ele e a esposa entonaram cada um dos mil tubos do órgão de Vinhedo. Além de já ser "quase uma organeira", nas palavras do marido, Gerhild também serve de intérprete, pois o alemão mal fala português, apesar dos anos vividos em Portugal e no Brasil. "Meu português só serve para não passar fome", conta Jann rindo.
Em breve, os cantos gregorianos entoados durante as missas e as cinco orações diárias dos 16 monges de Vinhedo serão acompanhados não mais pelo órgão eletrônico, mas pelo som do órgão de tubos meticulosamente construído pelo mestre alemão.
"Jann é uma pessoa apaixonada por seu trabalho", afirma dom Paulo, que levou adiante o projeto do novo órgão durante mais de dez anos. "É comovente ver um homem aos 77 anos tão dedicado ao que faz."

Autora: Luisa Frey

Revisão: Roselaine Wandscheer
Com os Coros do C.C. 25 de Julho de Blumenau
Em visita ao Mosteiro de São Bento - Vinhedo - onde está um dos órgão construídos pelo Sr. Georg - em 26 de janeiro de 2012.

Capela do Mosteiro de São Bento
Projetado pelo Arquiteto Hans Broos - Vinhedo
Coros do C.C. 25 de Julho, Frei Paulo - Mosteiro São Bento,
 Wellington Pereira - organista,  Sr. Georg Jann - Orgueiro e coralista
Chegamos à cidade de Vinhedo SP, por volta das 9:00h da manhã de hoje, 26 de janeiro de 2012.
O encontro foi marcado pela emoção,  com os ingredientes: canto, arte, fé, arquitetura, amizade e lembranças...(Sempre com chuva no trajeto...)
Chegada ao Mosteiro São Bento - Portão Mosteiro 

Arquitetura antiga? Arquitetura de Vanguarda - Escultura no concreto

Campanário



Frei Paulo Sérgio Panza e Sr. Georg Jann







O Órgão de tubos - projetado e construído pelo Mestre Sr. Georg Jann


Foto: Salésio Cardoso
Sr . Georg Jann e a sua criação
Órgão de tubos no Mosteiro São Bento - Vinhedo
Sr. Jann com seu discípulo e aprendiz - o músico Sr. Wellington Pereira





Sr. Jann falando aos presentes sobre a emoção do reencontro

Emoção 
Lágrimas com sorrisos


Cantos dos Coros do C.C. 25 de Julho dentro da capela projetada
pelo Arquiteto  Hans Broos




 




Frei Lauro - Rodeio SC - Incentivador e um dos responsáveis pela
 efetivação da construção do Órgão de Vinhedo

Sr. Georg Jann tocando o órgão da capela do mosteiro de Vinhedo


Reencontros - emoção
Vídeos























Lindo trabalho a partir da música.
Vibramos que o Sr. Jann tenha pela frente...
 Muitos anos de saúde e atividade musical.




quinta-feira, 24 de abril de 2014

Musik in der Nacht - Blasmusik

Guten Abend Freunde.
Um pouco de música, na quinta feira a noite....











Bis Morgen!


O Copo ideal - Cerveja alemã - Matéria da Deutsche Welle

Deutsche Welle













Faça sua escolha

Não é nenhum segredo que a Alemanha é uma das principais produtoras de cerveja. Mas qual a maneira correta de degustar a bebida? Muitas vezes o segredo se resume à espuma do topo. Um sommelier de cervejas revelou à DW que o formato cônico do copo ajuda a manter o aroma, enquanto um copo fininho preserva o frescor













O orgulho de Colônia

Para os cervejeiros de Colônia estes copos de 20 cl são essenciais. O termo Kölsch (adjetivo referente a Köln, nome de Colônia em alemão) é restrito a cervejarias dentro e nos arredores de Colônia. Garçons carregam bandejas circulares com alças cheias de Kölsch e trocam constantemente os copos cheios pelos vazios. Se você não quer beber mais, tampe o copo.














Frescor em primeiro lugar

Assim como os rivais às margens do Reno, os moradores da vizinha Düsseldorf também têm uma especialidade, a Altbier. O copo também comporta 20 cl, mas é mais curto e largo que o de Colônia. E como a Altbier é de alta fermentação, o sabor ficaria choco se fosse servida em copos largos, diz um produtor. "No copo correto, a 'Alt' solta seu aroma e forma uma espuma compacta."















Copos decorativos

"Um copo de pilsen se estreita em direção à boca do copo, para que o aroma de lúpulo alcance o nariz", diz um mestre cervejeiro de Essen à DW. "Isto melhora o sabor da cerveja." Alguns copos são apenas cilíndricos, outros, como o da foto, têm o formato de tulipa. O pedestal da base é somente ornamentação e não influencia o sabor da bebida.














Um litro de coragem

A cerveja típica da Oktoberfest ou "helles" é servida em uma caneca de um litro, chamada "Mass". Originalmente de cerâmica, estas canecas são produzidas para resistir às diversas rodadas de brindes e celebrações. Quando vazias, elas pesam mais de um quilo cada uma! Imagine então o quanto elas ajudam a delinear os músculos quando estão cheias! Saúde!














Espaço para a espuma
Os copos da "Hefeweizen", a cerveja clara de trigo, são altos e sinuosos. O elevado teor de dióxido de carbono forma a espuma na parte superior da bebida. Para isso, a cerveja deve ser derramada no copo vagarosamente. O diâmetro ampliado no topo do copo acomoda a espuma extra, assim como seus aromas florais.













Vermelho ou verde?

Até mesmo os soldados de Napoleão levantaram seus copos para brindar a "champanha do norte". Uma fermentação especial à base de culturas de ácidos lácticos dá à "Berliner Weisse" sua característica borbulhante e de sabor único, geralmente complementada com um toque de framboesa ou xarope de aspérula (Waldmeister). O copo amplo serve para acomodar bem a espuma.














Cerveja no pedestal


Todos os detalhes do copo da "Schwarzbier", a cerveja escura, celebram a experiência da degustação. A forma, a espessura e o tratamento dado à borda do vidro salientam o sabor. O formato amplo da boca do copo permite exalar melhor a nota de castanha torrada, chocolate e pão fresco. O formato também ajuda na manutenção da espuma, encorajando a degustar a bebida devagar.














De Bonn

Ao beber a "Bönnsch", da cidade de Bonn, os amantes de cerveja seguram em suas mãos pequenas obras-primas inspiradas pelo designer Luigi Colani. A "Bönnsch" é uma versão não filtrada da "Kölsch". Apesar de não alterar o sabor da bebida, o copo é mais popular que a própria cerveja, especialmente entre turistas que procuram por um souvenir diferente, diz o dono da cervejaria.








Musik in der Nacht - Hessen

Guten Abend Freunde!
Um pouco de música na noite...de Hessen
Para ler mais sobre - clicar sobreGrupo Folclórico Windmühle - Joinville







Hino de Hessen










Bis Morgen!


terça-feira, 22 de abril de 2014

Grupo Folclórico Windmühle - Joinville




A primeira vez que vimos a apresentação do Grupo Folclórico Windmühle de Joinville foi no  Clube Concórdia: 50° aniversário do Grupo Folclórico Concordias Germanische, no dia  29 de outubro de 2011 -  Curitiba. Logo em seguida, início de 2012, assistimos a apresentação do grupo novamente, na Festa Pomerana - edição de 2012, em um Encontro Internacional de Grupos Folclóricos. Dançaram muito e nos chamou atenção, o seu traje, muito diferente do tradicional e conhecido traje bávaro. 

No Site do grupo, consta que o traje é oriundo do Estado de Hessen - a partir do conhecido traje típico de Schwalmer. Chegaram até a história e conheceram o traje através de pesquisa feita pelos próprios  folcloristas e intercâmbio cultural estabelecido entre estes e entidades alemãs da região.
É sabido, que a maioria dos trajes históricos são oriundos dos ricos e coloridos trajes históricos dos camponeses de cada região estudada e não poderia ser diferente com o traje de um região do estado alemão de Hessen.
Traje basicamente em tom preto com adornos em cores quentes: amarelo, laranja e vermelho. Podemos observar as cores vibrantes na pequena bolsa de cintura, na barra de uma das saias, detalhes suspenso na anágua e lenços - no traje das damas. Na cabeça, a presença do tom vermelho  (pequeno chapéu) com lenço preto. Parte da indumentária, considerada parte da roupa íntima, eram feitas com tecido de algodão ou  em lã, na cor branca. Roupas com cores, nesta época, era muito caro e acessíveis somente para os nobres, religiosos de cargos elevados e oficiais de alta patente. Os camponeses, usavam as cores somente nos detalhes.





Algumas imagens históricas do traje histórico da região alemã que inspirou o traje oficial do Grupo Folclórico Windmühle da cidade de Joinville. 

Detalhes


Boneca antiga trajada












 É conhecido que, até os anos de 1700, ao norte de Hessen, existia um único traje no local. Os registros mais antigos mostram os figurinos das publicações de Schwälmer - anos 1820/1824 e foram confeccionados pelo Sr. Ludwig Emil Grimm. Os trajes deixam perceber que os costumes da época eram simples. 







Foi somente no decorrer do século XIX que a indumentária tornou-se traje típico Schwälmer. O traje foi adotado na região situada entre o Vogelsberg - no sul e Kellerwal, ao oeste, Knüllgebirge ao leste, cortada pelos rios Fulda, Eder e Schwalm, o que demarcava a área do Schwalm. Esta região possui 35 aldeias e três pequenas cidades: Entre estes: Immichenhain, Ottrau. Maior comunidade: Schrecksbach, aldeia: Neukirchen e comunidades de Willinghausen e Wasenberg. Também há Frielendorf e no sul Hattendorf e Berfa.

Um pouco sobre a História de Hessen...

De acordo com pesquisas, a região de Hesse já era habitada há 50.000 anos atrás - período glacial. Foram encontrado antigos cemitérios deste período e ferramentas paleolíticas. Também resíduos da herança céltica foram encontrados em Glauberg, com data de 5 AC e resíduos da tribo Chatti em 1° AC e de onde supõe-se é a origem do nome Hesse. É uma adequação do nome da tribo. 
Objeto da cultura céltica - Glauberg
Na época do Império Romano, este tinha um acampamento militar em Dortar e em Waldgirmes - arredores leste de Wetzlar. O local - à margem direita do Germania -  foi planejado, com o consentimento do governo provincial, através de um acordo, que não foi cumprido, após a Batalha da Floresta de Teutoburgo (Ano - 9 DC).

No início da Idade Média, um franco gau tomou terras em torno de Fritzlar e Kassel e um saxão mais ao norte, o que deu origem ao território conhecido Hessengau
Fritzlar
Kassel

Landgrave Filipe
No século IX, Hessengau foram dominados pelos francos e no século XII , foi passado para Turíngia. Durante a Guerra da  Sucessão da Turíngia (1247-1264) Hessen ganhou a independência.e tornou-se Landgraviate dentro do Sacro império Romano.Mais tarde, um dos líderes de reforma protestante  foi seu Landgrave Filipe. 
Quando Filipe faleceu, em 1567, o território de Hesse foi dividido entre  seus quatro filhos de seu primeiro casamento. Surgiu então: Hesse-Kassel, Hesse-Darmstadt, Hesse-Rheinfels e Hesse-Marburg. Os filhos dos dois últimos territórios morreram muito cedo, motivo pelo qual, Hesse Kassel e Hesse Darmstadt foram fundamentais para a história do grande território de Hesse
No final do século XVI, Kassel adotou o calvinismo, enquanto Darmsdadt permaneceu luterana e posteriormente, as duas religiões estavam em  frentes diferentes em conflitos na região. Lutaram entre si, principalmente pela disputa por Hesse-Marburg e na Guerra dos 30 Anos, quando aconteceu a batalha em Darmstadt ao lado do Imperador, enquanto Kassel ao lado da Suécia e França.
Guerra dos 30 Anos



O Landgrave Frederico II (1720 - 1785) governou como um déspota benevolente - 1760-1785. Suas ações eram polêmicas e contraditórias. 
Landgrave Frederico II
Hessianos
Integrou princípios iluministas aos valores cristãos, planos cameralista para o controle da economia e o uso do sistema militar para o uso diplomático. Aqueceu as finanças, alugando 19.000 soldados prontos para a batalha, para a Inglaterra lutar na América do Norte, durante a Guerra Revolucionária Americana - 1776-1783. Estes soldados, conhecidos como hessianos, lutaram sob a bandeira britânica e seu salário iam para o governo de Hessen. Talvez este contato com a América do Norte, foi uma das questões que fez surgir a grande  imigração alemã para o oeste deste continente.
Hessen-Darmstadt 1736
Durante o século XIX, Hesse-Kassel foi elevado ao status de um eleitorado, mas até então, sem sentido, pois o Sacro Império Romano foi dissolvido somente em 1806 e restaurado o eleitor, somente em 1813. Em 1866 foi, então, anexada à Prússia, juntamente com a cidade livre Frankfurt, Hesse-Homburg e o  Ducado de Nassau, que estabeleceu a província de Hesse-Nassau
Hesse- Darmstadt foi elevado ao status de um Grão Ducado, em 1806, tornando-se um Grão Ducado de Hesse
Grão Ducado de Hesse

Na guerra de 1866, lutaram ao lado da Áustria contra a Prússia, mas manteve a sua autonomia com a derrota. Isto ocorreu porque uma grande parte de seu território estava localizado no sul do rio Main e a Prússia não ousou expandir além desta linha. Parte de Hesse-Darmstadt ao norte do rio (região próxima a cidade de Giessen) são chamado de Oberhessen, foram incorporados em uma federação de estados alemães pequenos, instituído pela Prússia - em 1867. 
Em 1871, o resto do território do Grão Ducado se juntou ao recém criado Império Alemão.

Hessen
Bom conhecer...
Continuando...
O grupo folclórico joinvilense, que está ligado à Sociedade Cultural Lírica e foi fundado no dia 28 de maio de 1988. Portanto, estará comemorando 26 anos, no próximo mês dentro de uma especial programação.
O Grupo surgiu junto com a primeira edição da tradicional  FENACHOPP, marca histórica que faz parte do seu brasão.

Possui grupo de folcloristas nas categorias: adulto, infantil e infanto juvenil.

Apresentaram-se, no estado de Santa Catarina, intercâmbios de danças folclóricas, no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná. Também participou do Festival de Dança de Joinville - nos anos de 1998, 1999 e 2000  e neste ano de 2000, levou a dança folclórica para as ruas com verba da Lei  Rouanet, com repasse da Empresa Fabril Lepper.

O grupo idealizou e resgatou o Encontro Folclórico de Joinville, com o intuito de resgatar os antigos bailes típicos e encontros folclóricos na cidade. 
Também, mantém estreitos laços com entidades e grupos folclóricos alemães
No ano de 2000 foi anfitrião do Grupo Folclórico Donauschwäbisch Trachtengruppe da cidade de Freisig e no ano de 2006, também recebeu a visita do Grupo Folclórico Donautanzgruppe da região do Danúbio, na Alemanha.
Grupo Folclórico Donauschwäbisch Trachtengruppe 
Evento do Clube Concórdia: 50° aniversário do Grupo Folclórico Concordias Germanische Volkstanzgruppe, Encontro e Festival Folclórico Tanzboden e 51° Bierfest, no dia  29 de outubro de 2011 -  Curitiba.

Vídeo


Dançar faz muito bem e faz amigos!