quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Para ouvir e ver cantando - Schneewalzer - Snow Waltz

Thomas Koschat.
Uma melodia que contagia, eleva e que se poderia dizer ser uma unanimidade. Hoje, para ouvir, ver e cantar junto: uma composição de um autor austríaco que também é amplamente conhecida em toda a Alemanha — Schneewalzer, a Valsa da Neve.
Schneewalzer é uma das inúmeras valsas compostas por de Thomas Koschat (1845–1914) . Nascido no dia 8 de agosto de 1845 na cidade austríaca de Klagenfurt (capital de Caríntia), Koschat também compôs canções dedicadas à sua terra natal, estado de Caríntia - em alemão - Kärnten .
Sua composição Schneewalzer tornou-se uma das melodias mais famosas do cancioneiro popular alemão e austríaco. A letra descreve o romance do autor — com versos de Andreas H. Apelt — e também a história de uma pequena aldeia que sofreu com intempéries climáticas perto do Principado de Drehna, no distrito de Luckau (Dahme-Spreewald, Brandemburgo).
Criada no final do século XIX, a obra já era muito conhecida no Tirol no início do século XX. Tanto que os camponeses locais a adaptaram para o ritmo do Schuhplattler.














As letras são cantadas em diferentes variações. A canção é interpretada oficialmente em duas partes, mas muitas vezes os intérpretes adicionam variações e improvisações por conta própria. Entre os nomes mais famosos que a executaram estão: Carlo Brunner, Arno Jehli, Martin Nauer, Herbert Roth e Beny Rehmann.

Um pouco de sua história...

Klagenfurt (capital de Caríntia) - Áustria.
A obra foi publicada pela primeira vez em 1887 como Valsa nº 1 do "Idílio de Valsa"  (Ein Sonntag auf der Alm), Op. 71 e, originalmente, tinha o título individual "Jägerständchen" (Serenata do Caçador).  Tal como nas obras anteriores (Op. 26) e posteriores (Op. 100), Koschat observou que esta obra "utilizava parcialmente melodias folclóricas da Caríntia", em alemão - Kärnten. Uma vez que não se encontra qualquer gravação da melodia anterior a 1887 em fontes impressas, no Arquivo de Canções Folclóricas da Caríntia ou no Arquivo Koschat
A canção só recebeu o título popular "Schneewalzer" ( Valsa da Neve) por volta de 1900 devido ao verso inicial do texto original de Koschat, "Wann's kan Schnee mer åber schneibt […]". O texto da parte do refrão “Den Schneewalzer tanzten wir […]” pode ser encontrado pela primeira vez em um arranjo de Willi Bender (1968). 
Por vezes, as letras das canções, em diversas variações, são cantadas para acompanhar a música. A peça é oficialmente dividida em duas partes; contudo, os compositores frequentemente acrescentam melodias adicionais. Entre os intérpretes da "Schneewalzer" (Valsa da Neve) encontram-se Peter Alexander, Heino, Maria & Margot Hellwig, Edi Bär, Carlo Brunner, Arno Jehli, Martin Nauer, Herbert Roth e Beny Rehmann. A Ländlerkapelle Oberalp, em conjunto com Los duendes Paraguayos, criou uma versão com vocais intitulada "Üuses Schwiizerland isch chlii" (A nossa Suíça é pequena).
Caríntia é um Estado da Áustria; Klagenfurt - sua capital -, Villach e Spittal são suas maiores cidades. Possui 9 536 quilômetros quadrados de área, com 560 939 habitantes segundo censo de 2019. 

O texto original

O clássico Schneewalzer (Valsa da Neve) foi composto por Thomas Koschat, possui diferentes versões regionais, o texto original mais tradicional celebra as estações do ano e a alegria da dança na neve.

Confira a letra original:
Schneewalzer

Wenn im Frühling Blumen blüh'n,
Und die Bäume werden grün,
Wenn die Drossel singt im Wald
Und des Jägers Horn erschallt,
Wenn die Sommersonne glüht
Und im Feld der Mohn erblüht,
Wandern wir durch Wald und Feld,
O wie schön ist doch uns're Welt!

Refrão
Den Schnee-, Schneewalzer
Tanzen wir zu zwein,
Du und ich ganz allein.
Den Schnee-, Schneewalzer
Tanzt die ganze Welt,
Denn das ist der Walzer,
Der alle in Stimmung hält!

Valsa da Neve

Quando as flores desabrocham na primavera,
E as árvores ficam verdes,
Quando o tordo canta na floresta,
E a trompa do caçador soa,
Quando o sol de verão brilha,
E no campo florescem as papoulas,
Nós vagamos por bosques e campos,
Oh, como é belo o nosso mundo!

Refrão

A Valsa da Neve
Vamos dançá-la, só nós dois,
Você e eu, a sós.
A Valsa da Neve
O mundo inteiro a dança,
Pois é a valsa,
Que mantém todos de bom humor!

Vídeos

Este vídeo - em especial, pode-se cantar com a letra postada abaixo...






Letra
Schneewalzer

Wenn im fröhlich blumen blühen
Und die bäume werden grün
Wenn die drossel singt im wald
Und des jagers horn erschallt.

Wenn die sommersonne glüht
Und im Feld der Mohn erblüht,
Wandern wir durch Wald und Feld,
O wie schön ist doch uns're Welt!
 
Den schenee-, schenee-, schenee-,
Schnnewalzer tanzten wir,
Du mit mir , ich mit mir,
Den schenee-, schenee-, schenee-,
Schnnewalzer tanzten wir,
Und seit dieser zeit,
Da gehöre ich immer dir.

Wenn das herbstlaub langsam fallt
Und der einzug halt.
Kommt fur uns die schöntste zeit
Ja, só ist es auch nich heut.

Denn der winter damals war,
Für uns beide wunderbar.
Ja, du weist es ist kein scherz,
Der schneewalzer brach dein herz.

Partitura


Um registro nosso, quando cantarolamos juntos com o músico André Rieu e sua equipe, no dia 7 de julho de 2012, no Ibirapuera, em São Paulo.
Para ouvir mais música alemã cantando junto - clicar sobre: Músicas alemãs/austríacas

Cantar faz bem e não tem contra indicação!












Um Registro para a História...

Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Musik in der Nacht

Guten Abend Freunde!!
Um pouco de música na noite de sábado....











Bis Morgen!!




Há cem anos era aberta primeira exposição de arquitetura moderna

Deutsche Welle
 
A primeira exposição da federação alemã de ofícios Deutscher Werkbund abriu suas portas em 1914. Hoje, ela é considerada um marco da história da arquitetura, pois suas utopias construídas podiam ser visitadas.
Casa da Áustria, na exposição do Deutscher Werkbund em Colônia

Com salvas de tiros, milhares de pombos e uma saudação ao imperador, a primeira exposição do Deutscher Werkbund (Federação Alemã de Ofícios) abriu suas portas em 16 de maio de 1914, em Colônia, no oeste da Alemanha.
Arquitetos, artistas, industriais e operários eram membros da federação cujo objetivo não era somente criar edifícios e utensílios de alta qualidade, mas também dar uma nova forma à vida cotidiana. Os preparativos para a exposição duraram dois anos.
A mostra em Colônia foi a primeira exposição conjunta, na qual arquitetos como Walter Gropius, Peter Behrens, Hermann Muthesius e Henry van de Velde quiseram expressar o alvorecer do modernismo. A visão do Werkbund era empregar a "máquina como auxílio para alcançar qualidade", como formulou o arquiteto belga Van de Velde.
A ideia é que a união entre arte e indústria reformaria todas as esferas da vida. A máquina não deveria mais só produzir mercadorias baratas, mas também produtos de alta qualidade. O design e o artesanato artístico eram os novos recursos para se fazer do "made in Germany" um selo mundial de qualidade.

Fusão entre arte e indústria
Cartaz da exposição de 1914 desenhado por Peter Behrens
Na época, o Império Alemão padecia com a sensação de não ter importância no mundo, por não possuir colônias como as demais potências europeias. O novo design e a Nova Construção vinham para compensar esse déficit.
Qualidade era um princípio orientador central do Werkbund. Para os membros do movimento, os autocomplacentes floreados da Art Nouveau eram um horror, por não ter função e não servir para nada, sendo meramente decorativos. Mas também não faltaram críticas do Werkbund aos produtos inferiores e mal executados da indústria da época.
A exposição em Colônia ofereceu à federação a oportunidade de, pela primeira vez, mostrar as inovações ao público. Um apoiador importante era Konrad Adenauer, que de 1949 a 1963 seria chanceler federal da Alemanha Ocidental.

Da almofada ao urbanismo
Pavilhão de vidro de Bruno Taut mostrou que vidro é estável

Em Colônia, na margem direita do Rio Reno, ergueram-se por volta de 80 edifícios. Como formulou certa vez Hermann Muthesius, um dos principais iniciadores do movimento: da almofada ao urbanismo, todas as formas do novo design deveriam se apresentar com um brilho novo. No bairro de Deutz construiu-se um salão de festas projetado pelo arquiteto Peter Behrens, além de restaurantes e cafés.
Para a exposição, o futuro diretor da Bauhaus Walter Gropius construiu uma fábrica-modelo, com fachada em panos de vidro leve e transparente. No entanto, nada se produzia lá: a fábrica era apenas um modelo do uso inovador de vidro e ferro, e da separação entre a área de escritórios e o pavilhão de máquinas – entre o trabalho mental e o manual.
Carl Rehorst, responsável pelo setor de obras públicas de Colônia em 1914, mostrou-se entusiasmado com o projeto de Gropius: os visitantes deviam ver "como a máquina influencia o resultado formal, como condiciona a forma e cada vez encontra mais espaço na menor das oficinas, para poupar a onerosa mão de obra humana".

Nova Construção, novo estilo

Três edifícios permanecem até hoje particularmente na memória, além da fábrica-modelo de Gropius. Um deles é o pavilhão de vidro de Bruno Taut, uma construção arredondada que lembrava uma pinha de cristal. A novidade estava no uso do vidro como material portante. O arquiteto, que trabalhava em estreita colaboração com a indústria vidreira, queria provar que o vidro também é estável.
A terceira das construções mais importantes do movimento arquitetônico foi o teatro do belga Henry van de Velde. Já antes da exposição, o projeto foi motivo de discórdia: ele não agradava a Muthesius, o presidente da federação de ofícios, que teria preferido um cinema.
Van de Velde recebeu apoio não somente de Gropius e Taut, mas também do industrial Karl-Ernst Osthaus, da cidade de Hagen, um patrono entusiástico do Werkbund. Ele e os demais reconheceram quão visionário era o projeto de Van de Velde, que previa a separação entre a plateia e a caixa de palco.
Construída em 1911 por Walter Gropius, Fábrica Fagus em Alfeld serviu de modelo para prédio na exposição em Colônia

Briga lendária na Werbund

Na reunião por ocasião da abertura da mostra do Werkbund, houve um debate histórico entre Muthesius e Van de Velde. O tema foi fabricação em série versus produção individual. O arquiteto belga temia que, devido à produção em série, os artistas perdessem sua liberdade individual e que subordinassem excessivamente à máquina as suas aptidões criativas.
A briga durou vários dias, sem que jamais se chegasse a uma solução: a Primeira Guerra Mundial pôs um fim abrupto à exposição da federação. Nada restou da mostra, todos os vestígios foram apagados da paisagem urbana de Colônia.
Agora, cem anos depois, o Deutscher Werkbund do estado da Renânia do Norte-Vestfália lançou uma reedição do catálogo da exposição de 1914 – para que os méritos daqueles visionários não caiam no esquecimento.

  • Data 18.05.2014
  • Autoria Sabine Oelze (ca)

domingo, 25 de janeiro de 2015

Musik in der Nacht

Guten Abend Freunde!!

Um pouco de música na noite de domingo....








Bis Morgen!!



Momentos Sommerfest e apresentação do Grupo Folclórico da Associação Cultural Freundeskreis

Um pouco dos momentos da Sommerfest Blumenau do último dia 23 de janeiro, quinta feira. Destaque para a apresentação do Grupo Folclórico da Associação  Cultural Freundeskreis. Já escrevemos sobre este tradicional grupo folclórico da Vila Itoupava. Para ler mais sobre - Clicar sobreAssociação Cultural Freudskreis.

Sommerfest Blumenau - Dia 23 de janeiro 
As imagens comunicam...




























Vídeos





Ein Prosit!



sábado, 24 de janeiro de 2015

Musik in der Nacht

Guten Abend Freunde!

Um pouco de música para iniciar bem o final de semana.








Bis  Morgen!





sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Tanzkurs presente na programação da Sommerfest Blumenau de quinta feira

Uma atração inédita na Sommerfest Blumenau 2015 desta quinta feira - dia 22 de janeiro foi a apresentação do grupo de coordenadores do folclore germânico regional que vem participando de um curso de danças e palestras ministrados por professores da Alemanha e do Brasil. Uma iniciativa da AFG - Associação dos Grupos Folclóricos do Vale do Itajaí.

Para ler mais sobre - Clicar sobre: Tanzkurs - Curso de Dança Para Coordenadores

Após a apresentação do Banda Choppmotorrad, que abriu a Sommerfest no Biergarten, às 19:30h, o tablado foi tomado por representantes de muitos grupos folclóricos que participaram do curso de danças. Dançaram, a partir de três grupos, coreografias da Francônia - Norte da Baviera e de Hessen, ministrados pelos Professores - Sr. Oliver Brust, Sra. Angela Paulus e Sr. Stefan Hartmann.

As imagens Comunicam...



Sr. Oliver Brust - Sra Angela Paulus e Sr. Stefan Hartmann



Sr. Stefan Hartmann
Sr. Stefan Hartmann




















































Fotos da Página do Facebook AFG
 

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Dançar faz bem à alma...