quarta-feira, 8 de julho de 2026

O enxaimel da Rua XV de Novembro (área urbana) - Blumenau - Enxaimel nunca foi usado somente na área rural - Casa Lippel - Cadastro do Projeto Memorvale

Casa construída na década de 1930.

Edificação da década de 1930, com a estrutura enxaimel,
centro de Blumenau SC.
Recebemos uma informação importante sobre uma parede com uma estrutura em enxaimel descoberta de seu reboco, vista do interior de um estacionamento localizado na Rua XV de Novembro, Blumenau.
Lembramos da lenda conhecida até bem pouco tempo de que a construção com a técnica enxaimel era única e exclusivamente usada pelas pessoas que residiam na área rural da Colônia Blumenau e, depois, de Blumenau. Isto não é verdade. As primeiras casas no Stadtplatz da Colônia Blumenau, na Palmenallee (Rua das Palmeiras), eram construídas com a técnica construtiva enxaimel e, depois, ao longo da Rua XV de Novembro — a Wurststrasse (Estrada da Linguiça). A casa do Padre José Maria Jacobs era construída com a técnica construtiva enxaimel, como também outras tantas.
As primeiras casas no Stadtplatz da Colônia Blumenau.

A casa do Padre José Maria Jacobs, Wurststrasse (Estrada da Linguiça).
Rua XV de Novembro.
Ao longo das primeiras décadas da história de Blumenau, as condições das famílias pioneiras melhoraram através do surgimento do comércio, da indústria que surgia (alimentícia) e também da produção agrícola, que fornecia matéria-prima para esta indústria emergente. Isso fez com que muitas destas famílias buscassem a nova casa construída no estilo internacional, quase sempre o Neoclássico e o Eclético, para refletir e apresentar, muitas vezes a familiares que permaneceram na Europa, de que estavam muito bem.
Casarão Fiedler de Itoupavazinha - Localizado na Estrada da Cachaça - Schnapsstrasse - Patrimônio Histórico Arquitetônico de Blumenau - Estilo neoclássico.
Com o surgimento de outras classes sociais na região, estas adotaram outra forma de construir alinhada à arquitetura internacional. Estas mudanças aconteceram pela primeira vez no Stadtplatz (centralidade — na Palmenalle) e na Wurststrasse, (atual Rua XV de Novembro) no final do século XIX e início do século XX. 
Na área rural e no interior da Colônia Blumenau, continuava-se a construir com a técnica construtiva enxaimel e também com o novo estilo. Foi somente no final do século XIX e início do século XX que alguns poucos comerciantes regionais adotaram esses novos estilos, como na Casa Husadel, na Rua XV, na Casa Salinger, na Itoupava Seca, e na casa do cônsul do Império Austro-Húngaro, localizada em Warnow, de Leopold Hoeschl.
Casa Husadel (Final do século XX) - Rua XV de Novembro - Blumenau - estrutura enxaimel com apresentação da arquitetura internacional.
Casa Salinger - Itoupava Seca - Blumenau - estrutura enxaimel com apresentação da arquitetura internacional. 
Casa de Leopold Hoeschl - Warnow - Estrutura enxaimel com apresentação da arquitetura internacional.
Estes novos e bem-sucedidos comerciantes da região do Vale do Itajaí do início do século XX adotavam os novos estilos internacionais vigentes — o Neoclássico e o Eclético. Muitas vezes, quando não construíam o novo, maquiavam ou rebocavam suas casas urbanas (em enxaimel aparente) e algumas no interior da colônia, criando a falsa afirmativa de que essas edificações eram tipicamente rurais e não urbanas, e que eram usadas exclusivamente por "colonos", termo mencionado de maneira pejorativa.
Recebemos esta fotografia de uma edificação da atual Rua XV.
Há poucos dias, foram-nos encaminhadas imagens feitas com celular de uma tipologia localizada na Rua XV de Novembro que estava com sua estrutura enxaimel à mostra. Fomos até o local, número 561 (na época do registro no Projeto Memorvale, 563), e constatamos a técnica construtiva surgindo após a queda do reboco na parte dos fundos da edificação, que tinha a fachada principal voltada para a Rua XV de Novembro
Localização da Casa Lippel.



Vídeo
O patrimônio, construído na década de 1930, faz parte do cadastro do Projeto Memorvale e foi construído pela família Lippel. O primeiro proprietário foi Friedrich Lippel.






Aos fundos - o edifício Catarinense.

Abertura com detalhes semelhantes aos da fachada frontal.

Edifício Catarinense aos fundos.

Casa Lippel - Década de 1980.

Casa Lippel vista da Rua XV de Novembro - agredida visualmente com publicidade inadequada - 2026.




O patrimônio possui três pavimentos e, mesmo aparentando uma construção autoportante de tijolos maciços, foi construído com a estrutura enxaimel. Apresenta suas janelas e portas demarcando a simetria na fachada localizadas no centro, como parte de uma composição coberta por um arco. Este mesmo elemento se repete na lateral, na parte da construção onde a estrutura enxaimel está à mostra.
Esta edificação histórica ocupou o local onde existia uma construção enxaimel original, como pode ser percebido na fotografia abaixo.
Deixamos aqui registrada mais uma tipologia da Rua XV de Novembro, a Casa Lippel, construída com a estrutura enxaimel na década de 1930, rebocada e com elementos que fornecem características do Art Déco no conjunto, que faz parte do Projeto Memorvale.

Friedrich Lippel (1880 - 1949)

Friedrich Lippel nasceu em 25 de novembro de 1880, em Schwallungen/Saxônia/Meiningen, no território da atual Alemanha e foi filho de Carl Lippel, que exerceu a profissão de pedreiro na Fortaleza (1850–1931) e de Auguste (Müller) Lippel (1854–1928). Seus pais se casaram em 1875, na Prussia. Migrou com a família para Blumenau. Casou-se com   Emma Schmude (1885–1915) em 17 abril 1907, em Blumenau. O casal teve 3 filhos. Emma faleceu  (rippenfellentzündung) com a idade de 29 anos, 7 meses e 16 dias aos 12 de junho de 1915. 
Friedrich casou-se com a irmã mais nova de Emma, Helena Wanda Schmude (1888–1984) em 5 de julho de 1916, com quem teve mais 6 filhos. 
Friedrich Lippel era sapateiro e pode ter trabalhado neste local, na rua XV de Novembro.
Lippel faleceu em 29 de abril de 1949.


Projeto Cadastramento do Patrimônio Arquitetônico Memorvale

Vilmar Vidor.
O projeto Cadastramento do Patrimônio Arquitetônico – Memorvale foi a efetivação do cadastramento das principais tipologias pertencentes ao patrimônio histórico-arquitetônico de Blumenau e região, nas décadas de 1980 e 1990, o qual teve como epílogo o tombamento, pela Fundação Catarinense de Cultura, de vários imóveis no centro de Blumenau e outros restaurados. O professor Vilmar Vidor foi o idealizador e proponente do projeto, tendo em sua equipe, dentre outras pessoas, a professora Amábile M. T. Dorigatti, que também coordenou o projeto em determinada época.
Para a efetivação prática do projeto, o professor Vilmar Vidor contou com o apoio da FURB, através da participação de estagiários acadêmicos da instituição, que elaboraram o cadastro de imóveis antigos de todos os tipos, linguagens e técnicas construtivas, entre os quais, aqueles construídos com a técnica construtiva enxaimel. O cadastro individual de cada tipologia continha um pequeno relatório técnico, descrição, planta baixa, elevações e fotografias dos imóveis selecionados.

Fichas do Cadastro do Patrimônio Arquitetônico - Memorvale

Tivemos acesso a mais de 1.100 fichas pertencentes ao Cadastro do Patrimônio Arquitetônico – Memorvale (as quais apresentaremos de modo individual - listadas neste espaço), semelhantes a esta pequena amostra apresentada abaixo, onde estão listadas algumas das centenas de tipologias construídas com a técnica construtiva enxaimel, autoportante e outras técnicas, dentro de diferentes estilos e recortes de tempo, que existem e existiam na cidade de Blumenau e região. O modelo da ficha foi criado pelo professor Vilmar Vidor e sua equipe e usado para elaborar o pioneiro cadastro do Patrimônio Histórico-Arquitetônico, conhecido como Memorvale. De acordo com o professor Vidor, pioneiro nesta pesquisa no Vale do Itajaí, em entrevista concedida ao jornalista Altair Pimpão em 2 de março de 2014, dois terços das edificações cadastradas de Blumenau foram demolidas. Atualmente, mais ainda, com certeza.
O assunto patrimônio e este trabalho eram tão novos dentro da academia, na cidade de Blumenau e região, que, em algumas fichas, as casas foram definidas com “enchaimel”.

O acervo e seu destino

Ainda na entrevista concedida ao jornalista Altair Carlos Pimpão em 2 de março de 2014, o professor Vilmar Vidor explicou que o fichário dos imóveis foi repassado para a Fundação Cultural de Blumenau, para o Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Blumenau – IPPUB e para a FURB, onde pesquisamos o acervo. O trabalho foi desenvolvido em parceria entre a FURB e o IPPUB, e foi muito facilitado e viabilizado porque o professor Vidor era presidente do IPPUB e, simultaneamente, professor da FURB, o que lhe permitiu "diminuir distâncias" e a burocracia para o êxito do projeto.
A partir do projeto de Cadastramento do Patrimônio Arquitetônico, conhecido como Memorvale, a professora do Curso de Serviço Social da FURB, Amábile M. T. Dorigatti, criou a Associação dos Proprietários de Imóveis Antigos, importante para o êxito do projeto, sua fluidez, levantamentos e efetivação dos cadastramentos das edificações históricas, viabilizando diálogos, projetos e parcerias entre proprietários, pesquisadores e poder público.
Desta forma, a equipe de pesquisas coordenada pelo professor Vilmar Vidor mantinha um diálogo permanente com os proprietários de imóveis antigos através da associação, que tinha uma cadeira no Conselho do Patrimônio Histórico de Blumenau e, também, no Conselho de Planejamento Urbano de Blumenau. Nas assembleias desta associação, a municipalidade e os proprietários debatiam sobre a manutenção do patrimônio e sobre possíveis políticas preservacionistas. Existia um estatuto e as reuniões eram periódicas.
Este material da Memorvale, nós o pesquisamos e acessamos no Setor de Documentos Especiais da Biblioteca da FURB.
Na sequência os link's das Edificações Históricas, demolidas ou não, seus estudos, fotografias e a ficha do Memorvale. Para acessar, basta clicar sobre o Link, na edificação/ficha escolhida - No total somam 1100 fichas - em construção.
  1. Casa Labes - Construída em 1890 em Blumenau ("Demolida"?) 
  2. Projeto Memorvale - Casarão Scardueli - Construído por Gustav Salinger - Blumenau - e o Fundo de Apoio aos Proprietários de Imóveis Antigos
  3. Edifício do antigo Correios e Telégrafos - Blumenau 
  4. Projeto Memorvale - Casa Peter Forbici - Rua Amazonas 1680 - Garcia - Na Paisagem
  5. Johannastift, o Hotel Alameda, a Turismo Holzmann, Zum Weissen Rössel (Cavalinho Branco), a Escola do SENAC Bistrô Johannastift, a Casa de Comércio de Blumenau - 100 anos de História e uso em 2023 - Arquitetura de Blumenau
  6. Projeto Memorvale - Casa Paul Lang - Rua São Paulo 1731 - Demolida!
  7. Projeto Memorvale - Casa Soares - Rua São Paulo  1729
  8. Casa Rischbieter - Ficha Rua São Paulo 1960
  9. Casa Ingrid Friedler Ficha Rua Paraíba N° 281 (DEMOLIDA!!)
  10. Casa Renato Vianna Ficha Rua Itajaí N° 574
  11. Casa Gropp - Ficha Rua Itajaí N° 667 (DEMOLIDA!!)
  12. Casa Gropp - Ficha Rua Itajaí N° 799 (DEMOLIDA!!)
  13. Projeto Memorvale - Refrigeração Martendal Ltda. - Rua São Paulo N° 1410 - DEMOLIDA em 1988
  14. Projeto Memorvale - Casa Harry Spernau - Rua Bahia N° 1281 - DEMOLIDA em  27 de maio de 2022 -  com autorização da Prefeitura Municipal de Blumenau
  15. Da Associação dos Proprietários de Imóveis Antigos - Instituto Bertha Blumenau - Instituto Histórico de Blumenau - IHB
  16. Da Associação dos Proprietários de Imóveis Antigos - Instituto Bertha Blumenau - Instituto Histórico de Blumenau - IHB
  17. A Bíblia de Alice (Hoeschl) Altenburg - filha de Leopold Franz Hoeschl - edificação cadastrada no Projeto Memorvale - Demolida
  18.   Projeto Memorvale - Casa  Carlos Alberto Julio Döpke - Rua São Paulo Nº 1695
  19. Projeto Memorvale - Casa Fritz Spernau - Rua Bahia N° 1327 - DEMOLIDA em 2/6 de julho de 2026
  20. O enxaimel da Rua XV de Novembro (área urbana) - Casa Lippel - em Blumenau - Enxaimel nunca foi técnica construtiva somente usada na área rural 
Um registro para a História.
 
Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
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domingo, 5 de julho de 2026

Lista dos residentes da Colônia Blumenau em 1858 - jornal alemão “Allgemeine Auswanderungs-Zeitung”

Os nomes dos pioneiros que residiam na Colônia Blumenau em 1858 foram publicados no jornal alemão Allgemeine Auswanderungs-Zeitung
Gostaríamos de destacar que, em 1858, ainda não existia a Alemanha como nação. Cada um destes lugares grifados após o nome (abaixo)possuía, quase sempre, dialetos, hábitos, costumes e culturas diferentes, assim como a própria língua. 
O surgimento do idioma formal alemão, o Hochdeutsch ou Alto-Alemão Padrão, também enfrentou dificuldades para ser implantado. Ainda não havia a unificação dos ducados nesta década de 1850, e estas pessoas migravam para a região dotadas de todas estas diferenças e falando os seus próprios dialetos.
Johannes Gutenberg.
Devido à fragmentação do território germânico em inúmeros reinos, principados e ducados ao longo dos séculos, a criação de uma língua formal nasceu da necessidade prática de comunicação entre populações que falavam dialetos regionais frequentemente incompreensíveis entre si. O grande divisor de águas para a unificação linguística ocorreu no século XVI com a tradução da Bíblia por Martinho Lutero, concluída em 1534. Para garantir que o texto bíblico fosse amplamente compreendido tanto no norte quanto no sul, Lutero adotou como base a linguagem diplomática da chancelaria da Saxônia, que já funcionava como um meio-termo burocrático e comercial na época, sendo impulsionada pela recente invenção da imprensa de tipos móveis por Gutenberg.
Nos séculos XVII e XVIII, essa base foi refinada por sociedades da língua, filósofos e gramáticos que buscavam elevar o alemão ao status de língua de prestígio científico e literário, superando o latim e o francês. O gramático Johann Christoph Gottsched, na década de 1740, publicou tratados fundamentais que ajudaram a fixar as regras da gramática culta, enquanto a produção literária do Classicismo de Weimar, liderada por Goethe e Schiller, consolidou a estética e a maturidade da estrutura do idioma formal.
A normatização definitiva e a padronização da pronúncia consolidaram-se na virada do século XIX para o século XX, impulsionadas pela unificação política do Império Alemão em 1871. A necessidade de uniformidade na administração pública e no sistema de ensino levou à publicação do dicionário de Konrad Duden em 1880, cujas regras ortográficas foram oficializadas em 1901 e adotadas também pela Áustria e pela Suíça.
Imaginemos, portanto, os muitos dialetos destas famílias pioneiras, a partir da origem de onde vieram, bem como as suas demais práticas. Ocorre um grande erro aqui no Brasil, onde há uma generalização sobre o perfil do "alemão". Esse perfil depende sempre da região de onde o imigrante partiu para o Brasil e de onde sua família surgiu.
Observemos abaixo, o nome das famílias e sua origem, publicadas no jornal alemão Allgemeine Auswanderungs-Zeitung:

Lote – Nome – Origem
I – Região Central
1. Ludwig Scheffer -  Pommern
2. August Wolff  - Schlesien
3. Heinrich Koch -  Oldenburg
4. Johann Hönnicke - Thüringen
5. Johann Wloch - Schlesien
6. Karl Sasse  - Mannsfeldischen
7. Emil Odebrecht - Pommern
8. Johann Witt - Lübeck
9. Ludwig Pragst - Hamburg
10. Friedrich Von Lesecke - Hannover
11. Heinrich Michel - Schlesien
12. Wilhelm Küchendahl - Braunschweig
13. Ernst Schellenberger - Thüringen
14. Franz Keiner - Thüringen
15. Theodor Kleine - Posen
16. Hermann Siebert - Magdeburg
17. Wilhelm Schifter - Berlin
18. Gottlieb Riediger - Schlesien
19. Friedrich Lang - Schlesien
20. Johann Behnke - Holstein
21. Ludwig Sachtleben - Halberstädtischen
21. Franz Meier - Halberstädtischen
22. Karl Meier - Mecklenburg
22. August Spierling - Mecklenburg
23. Julius Baumgarten - Braunschweig
24. Wilhelm Friedenreich - Mannsfeldischen
25. Heinrich Zwingmann - Eichsfelde
26. Hermann Wendeburg - Braunschweig
27. Reinhold Gärtner - Braunschweig
28. Minna Görner - Lausitz
29. Marie Rosemann, viúva - Schlesien
30. Igreja e Escola
31. Johann Padaratz - Mecklenburg
32. Friedrich Tiedt - Pommern
33. Eduard Böttcher - Lübeck
34. Christian Imroth - Braunschweig
35. Johann Gieseler - Mecklenburg
36. Johann Preilliper - Thüringen
37. Hans Kreutzfeld - Lübeck
38. Sophie Bähr, viúva - Braunschweig
39. Johann Schack - Thüringen
40. Johann Wagenknecht - Thüringen
41. Johann Schreep - Mecklenburg
42. Johann Hübers - Mecklenburg
43. Friedrich Lüders - Mecklenburg
43. Traugott Köhler - Sachsen
44. Ludwig Wehmuth - Thüringen
45. Friedrich Jerga - Holstein
46. Johann Richter - Schlesien
47. Karl Küpls - Mecklenburg
48. Christian Möller - Mecklenburg
49. Friedrich Gieseler - Mecklenburg
50. Joachim Maatz - Mecklenburg
51. Heinrich Schmidt - Mecklenburg
52. Friedrich Schmidt - Mecklenburg
53. Hans Esemann - Mecklenburg
54. Theodor Schröder - Berlin
55. Theodor Schröder - Berlin
56. Wilhelm Schumann - Anhalt
57. Karl Kegel - Thüringen
58. Karl Schneider - Schlesien

II – Garcia – margem direita

1. Ernst Weise - Thüringen
2. Johann Knoch - Thüringen
3. Heinrich Köhler - Thüringen
4. Karl Hadlich - Thüringen
5. Christian Heumann - Bayreuth
6. Johann Knoch - Thüringen
7. Johann Bewiahn - Mecklenburg
8. David Seiler - Sachsen
9. Wilhelm Schreiber - Pommern
10. Heinrich Ehrhardt - Thüringen
11. Karl Rechenberg - Uckermark
12. Karoline Spies - Thüringen
13. Bernhardt Weck - Sachsen
14. Heinrich Läuthäuser - Thüringen
15. Johann Gebien - Mecklenburg
16. Wilhelm Holetz - Lausitz
17. Christian Passig - Holstein
18. Emma Ostermann - Eichsfeld
19. Richard Becker - Pommern
20. Franz Matthias - Pommern
21. Johann Busch - Pommern
22. Alexander Bürger - Lausitz
23. Heinrich Seide - Hannover
24. Wilhelm Schmidt - Rheinprovinz

III – Garcia – margem esquerda

1. Hans Baade - Mecklenburg
2. Moritz Holetz - Lausitz
3. Andreas Grassmann - Rheinprovinz
4. Heinrich Kloth - Mecklenburg
5. Joachim Gramkow - Mecklenburg
6. Catharina Berlisen, viúva - Mecklenburg
7. Johann Kloth - Mecklenburg
8. Detlef Krambeck -  Mecklenburg
9. Karl Lehmann - Mecklenburg
10. Georg Kühl - Holstein
11. Gottlieb Hadlich - Thüringen
12. Heinrich Hadlich - Thüringen
13. Wilhelm Schreiber - Thüringen
13. Heinrich Ehrhardt - Thüringen
14. Johann Gebien - Mecklenburg
14. August Jarchow - Mecklenburg
15. Christoph Müller - Eichsfeld
16. Heinrich Bichels - Hamburg
17. Hugo Schultze - Berlin
18. Ernst Lehmann - Schlesien
19. Adolph Schurt - Pommern

IV – Itajaí – margem direita

1. August Prestien - Lübeck
2. Ferdinand Ebert - Halle
3. Hans Breihaupt - Braunschweig
4. Hermann Wendeburg - Braunschweig
5. Karl Peneder - Spreewald
6. Eduard Romer - Spreewald
7. August Persuhn - Braunschweig
8. Christian Beck - Braunschweig
9. Christian Spernau - Sachsen
10. Theodor Thomsen - Holstein
11. Viúva Heffter - Schlesien
12. Heinrich Kühne - Halberstädtischen
13. Wilhelm Friedenreich - Mannsfeldischen
14. Wilhelm Seeliger - Braunschweig
14. Johann Hinsching - Magdeburg
15. Carl Engicht - Lausitz
16. Wilhelm Schönau - Gotha
17. Peter Müller - Brasilien
18. Rudolph Rödel - Thüringen
19. Ludwig Helmbrecht - Braunschweig
20. Heinrich Matthes - Brandenburg
21. Karl Matthes - Brandenburg
22. Ludwig Sachtleben - Quedlinburg

V – Itajaí – margem esquerda acima

1. Ludwig Thieme - Sachsen
1. Johann Faust - Hessen
2. Heinrich Radatz - Hamburg
3. Heinrich Lüders - Mecklenburg
4. Guido Von Seckendorf - Braunschweig
5. Ferdinand Starke - Braunschweig
6. Ludwig Spengler - Sachsen
7. Ferdinand Starke - Braunschweig
8. Heinrich Meyer - Thüringen
8. Friedrich Kegler - Thüringen
9. Anton Härtel - Sachsen
10. Eduard Stein - Pommern
11. Disponível
12. Karl Müller - Harz
13. Christoph Liesenberg - Harz
14. August Reif - Meiningen
15. Gustav Meuche - Thüringen
16. Friedirch Hinkeldey -Preussen
17. Ludwig Wegener - Halberstädtischen
18. Joseph Kuonz - Schweiz
19. Wilhelm Meier Hannover
20. Paul Parasky - Preussen
21. Karl Eggebrecht - Pommern
22. Gebrüder Bickelmann - Sachsen
23. Disponível
24. Christian Rau - Thüringen

VI – Itajaí – margem esquerda abaixo

1. Johann der Eich - Rheinprovinz
2. Julius Paupitz - Sachsen
3. Wilhelm Schönau - Gotha
4. Carl Höring - Weimar
5. Christian Böhme - Sachsen
6. Daniel Schneider - Sachsen
7. Reservado
8. Reinhold Gärtner - Braunschweig


Alemanha antes de ser Alemanha - com os locais citados no “Allgemeine Auswanderungs-Zeitung”  (1815-1866).

Mapa da Colônia Blumenau publicada no jornal Allgemeine Auswanderungs-Zeitung nº 35 pág. 153 de 1858.


Um registro para a História.
 
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