sexta-feira, 15 de maio de 2026

Musik in der Nacht

Guten Abende Freunde!!
Um pouco de música na noite.
Fränkischen Freilandmuseum, Bad Windsheim, um dos locais de nossa pesquisa sobre enxaimel. Dr. Konrad Bedal, seu idealizador, faleceu este ano.

Fränkischen Freilandmuseum, Bad Windsheim, um dos locais de nossa pesquisa sobre enxaimel. Dr. Konrad Bedal, seu idealizador, faleceu este ano. Dr. Bedal nos recebeu em sua casa, em maio de 2025.
A canção "Nach meiner Heimat, da zieht's mich wieder" foi gravada no museu. Pode-se cantar junto.



Um Registro para a História...

Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
@angewittmann (Instagram)
Angewitt  (You Tube) 
AngelinaWittmann  (Facebook)



A descrição de um casamento em Blumenau - março de 1888 - Blumenau em Cadernos

Blumenau em 1888, ainda com enchente. Local onde permitiram a Construção da Loja Havan, em maio de 2026.
Folheando a edição de fevereiro de 1962 da revista Blumenau em Cadernos (Tomo VI, Nº 2), encontramos um registro que descreve um casamento realizado após uma enchente em 1888.
  • Para relembrar, o ano de 1888 teve como destaque histórico o início da construção da estrada ligando a sede de Blumenau ao planalto catarinense. Na época, Gottlieb Reif contratou, junto ao Governo Imperial, a abertura de uma estrada para cargueiros e cavaleiros que ligava a sede de Blumenau ao Planalto, passando pelo Rio do Bugre (hoje Apiúna). Esta obra durou 18 meses. Gottlieb Reif precisou vender sua propriedade para pagar os trabalhadores, após o governo não cumprir o pagamento inicial. A área territorial de Blumenau, nesta época, expandia-se para além do núcleo inicial, englobando o Vale do Itajaí até a serra.
  • Um de seus sobrinhos, Heinrich Luebeck, primeiro Coletor e Procurador de Hermann Blumenau, foi  sepultado em 1888, em Blumenau.
  • Em 6 de maio de 1888, foi lançada a pedra fundamental da Igreja Evangélica em Timbó. O pastor era o Pastor Lange. Um dos pioneiros que teve parte ativa na construção desta igreja foi Friedrich Wilhelm Butzke. Timbó, na ocasião, fazia parte do território de Blumenau.
  • Blumenau, 1888 acontecia o acampamento de Emil Odebrecht em Pombas, atual Pouso Redondo, que foi fundado posteriormente por Gottlieb Reif, que recebeu gerras naquela região como pagamento de seu trabalho.
Acampamento de Emil Odebrecht em Pombas, atual Pouso Redondo.
  • Em 6 de setembro de 1888, nasceu Richard Franz Carl Parucker (1888–1911), filho de Richard Franz Parucker (1864–1908), fundador de uma funilaria em 1890, na Itoupava Seca. Parucker veio de Joinville em 1882, aos 21 anos, e casou-se com Christiane Auguste Lina Dittrich em 28 de maio de 1885, em Blumenau. Além de suas atividades profissionais, foi violinista e regente de um coro masculino. Faleceu precocemente aos 44 anos, vítima de septicemia. Na imagem mencionada, Richard Franz Carl Parucker, seu filho, aparece no colo de sua mãe, Christiane Auguste Lina.
Richard Franz Carl Parucker nasceu em 1888.

  • O pastor da Comunidade Luterana Centro, em Blumenau, no ano de 1888, era Johann Anton Heinrich Sandreczki. Ele sucedeu ao Pastor Hesse, exercendo a função entre 1879 e 1888, até a chegada do Pastor Faulhaber, em 1889.
  • Faleceu em 16 de dezembro de 1888 Heinrich Peter Andreas Hosang (1828–1888), o primeiro cervejeiro de Blumenau e antepassado de Annegret Kerin Von Knoblauch. Nascido em Esbeck, em 29 de março de 1828, ele chegou a Blumenau em 29 de março de 1858, onde adquiriu um lote colonial às margens do Ribeirão Garcia. Ao perceber que a recém-criada colônia não possuía produção de cerveja, fundou a Cervejaria Hosang em 1860. Além de cultivar a terra para o próprio sustento, como era costume na época, produzia a bebida e realizava as vendas diretamente no local para os antigos blumenauenses. Posteriormente, adquiriu outro lote colonial e mudou-se para o atual bairro Victor Konder, onde hoje empresta seu nome a uma rua. Após sua morte, sua viúva, Helena (Brandes) Hosang, e seus filhos continuaram à frente da fábrica por mais algumas décadas.

  • Em 15 de junho de 1888, o membro da Câmara Municipal de Blumenau, José Henrique Flores Filho, tomou posse do cargo de Coletor das Rendas Provinciais, para o qual havia sido nomeado.

Também ocorreram momentos de grandes chuvas entre os dias 11 e 15 de março de 1888, com uma enchente que atingiu o nível de 11,60 metros, o que prejudicou uma festa de casamento em Blumenau. O evento não foi cancelado por já estar tudo organizado, seguindo a tradição que descrevemos em nosso texto sobre o Quebra-Caco. Ficou um registro sobre o evento, publicado na revista anteriormente citada (Blumenau em Cadernos de 1962). Segue o texto:

"Casamentos Coloniais 

De 11 a 15 de março de 1888, choveu muito em Blumenau. Por toda a bacia do Itajaí as chuvas foram contínuas e copiosas. O ltajaí Açu e seus afluentes e confluentes começaram a crescer assustadoramente. Pelo interior da colônia as águas invadiram as plantações e os pastos, obrigando os colonos a providências urgentes para pôr a salvo o gado e demais criações. 
Por toda a parte, a população estava apavorada com as perspectivas de uma nova enchente, grande como a de oito anos antes, que protelara para 1883 a instalação do município. Felizmente, porém, a coisa não ficou além do susto e de pequenos prejuízos nas lavouras, prejuízos, entretanto, compensados com o lençol de lama fertilizante, deixado pelas águas. 
Noticiando esses fatos, o "Blumenau Zeitung" acrescenta que também alguns acontecimentos sociais sofreram com o temporal. 
No Rio do Testo, por exemplo, na zona povoada por colonos pomeranos, um casamento marcado para aquela semana, perdeu completamente o brilho e o entusiasmo esperados. Os solenes convites já haviam sido feitos por um arauto, um moço cavaleiro. com o seu chapéu de plumas vermelhas e laçarotes de fitas desta cor e brancas. O cavalo também ia todo garboso e enfeitado de fitas e penas coloridas, de porteira em porteira, de lote em lote, dos colono daquém e dalém ribeirão. Mas, infelizmente, a chuva continuada que caía veio atrapalhar tudo. Meia dúzia, apenas, de convidados, os mais próximos da casa dos noivos, é que compareceram. E, no entanto, os parentes dos noivos haviam preparado um festão. Nada menos que um boi, e dos bem grandes e gordos, dois novilhos, vários porcos foram abatidos; num balde, desses de bom tamanho, não cabiam todas as cabeças de galinhas e frangos que foram sacrificados. E patos, e marrecos e gansos também. O forno, fazia dias que estava sempre quente e cheio de petiscos a assar. De petiscos e de cuca e de bolos que não acabavam mais. Quase meia tonelada de aipim fora arrancada e posta a cozinhar. Uma cesta de ovos cozidos encontrava-se pronta para ser servida. Os convidados haviam mandado, com antecedência, quilos e quilos de manteiga, fresquinha e cheirosa, que enchia tijelões de louça de barro brilhante. E foi pena que a festa ficou estragada."

Casamento do início do século XX do florianopolitano Frederico Emilio Kilian e Gertrud Müller, filha de Dr. Fritz Müller.
Leituras citadas - Clicar sobre o título

Um Registro para a História...

Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
@angewittmann (Instagram)
Angewitt  (You Tube) 
AngelinaWittmann  (Facebook)
Referências
  • GERLACH, Gilberto S.; KADLETZ, Bruno K.; MARCHETTI, Marcondes. Colônia Blumenau no Sul do Brasil. 1. ed. São José: Clube de cinema Nossa Senhora do Desterro, 2019.
  • VIDOR, Vilmar. Indústria e urbanização no nordeste de Santa Catarina. Blumenau: Edifurb, 1995. 248p, il.
  • SILVA, José Ferreira. História de Blumenau. -2.ed. – Blumenau: Fundação “Casa Dr. Blumenau”, 1988. – 299 p.
  • WETTSTEIN, Phil. Brasilien und die Deutsch-brasilieniche Kolonie Blumenau. Leipzig: Verlag von Friedrich Engelmann, 1907.











quarta-feira, 13 de maio de 2026

Projeto Memorvale - Casa Carlos Alberto Julio Döpke - Rua São Paulo Nº 1695 (Demolida em maio de 2026)

Ao ser demolida a Casa Carlos Alberto Julio Döpke, parte de um conjunto de três residências cadastradas no Projeto Memorvale, encerra-se uma sequência histórica de três tipologias fundamentais para a paisagem local.
A primeira foi a Casa Paul Lang, edificada com a técnica enxaimel. A segunda, a Casa Soares, apresentava a técnica autoportante, com planta e fachada principal em curva e platibanda que remetia ao barroco alemão. A terceira, demolida nesta semana, era a casa de Carlos Alberto Julio Döpke: uma tipologia muito característica da região, construída na década de 1950 pelo construtor Tiefensee, que preservava a volumetria das primeiras casas enxaimel, com aproveitamento de sótão e varanda lateral.



Quanto à Casa Carlos Alberto Julio Dopke, registrada no Projeto Memorvale, esta apresenta planta retangular, com dois panos de telhado e aproveitamento do sótão, contando com a presença de Dachgaube. Originalmente, a construção apresentava um anexo localizado no lado esquerdo do conjunto, conforme mostra o registro fotográfico do Memorvale.
Casa  Carlos Alberto Julio Döpke - Rua São Paulo Nº 1695, foi demolida na segunda semana de maio de 2026. No registro da Memorvale, como patrimônio de Blumenau ainda contava com a presença do anexo, onde estava localizado a cozinha.
A casa foi construída por Carlos Alberto Julio Döpke, que contratou a firma Tiefensee para sua execução. 
Na época em que foi cadastrada, foi listada em bom estado de conservação e com o projeto ainda original, especialmente na cobertura (com telhas planas cerâmicas). Destinava-se ao uso residencial, finalidade para a qual ainda era utilizada. Possuía aberturas de madeira e técnica de construção autoportante em tijolos maciços rebocados. Trata-se de uma construção do início do século XX.



Carlos Alberto Julio Döpke 

Carlos Alberto Julio Döpke nasceu em 20 de junho de 1903, em Indaial (na época, território de Blumenau). Carlos Alberto era o filho caçula da família de pioneiros Carl Friedrich Wilhelm Döpke (1856–1915) e de Bertha Florentine Wilhelmine (Blank) Döpke (1856–...), casados em 7 de outubro de 1879, em Obernhagen, na época, distrito de Regenwalde, Pomerânia, Prússia (território da atual Polônia). A família chegou em Santa Catarina em 1885, de acordo com o Índice Onomástico de Imigrantes - Volume 4, caixa 26, elaborado, organizado e digitado por Neusa Maria Schmitz. 
O nome da povoação em polonês atual é Lubień Górny; em alemão, Obernhagen. Trata-se de um atual assentamento no distrito administrativo de Gmina Resko, dentro do condado de Łobez, voivodia da Pomerânia Ocidental, no noroeste da Polônia. Localiza-se a aproximadamente 8 km a sudeste de Resko, 16 km a noroeste de Łobez e 68 km a nordeste da capital regional, Szczecin. Grande parte do antigo território da Pomerânia está compreendida no atual território polonês.    
Em síntese, Lubień Górny (anteriormente Obernhagen) é um pequeno assentamento rural localizado no noroeste da Polônia, na voivodia da Pomerânia Ocidental. Fica a cerca de 8 km a sudeste de Resko, 16 km a noroeste de Łobez e 68 km a nordeste de Szczecin.
Em Blumenau a família residia na comunidade de Cedro na localidade de Timbó.
Carlos Alberto casou-se em 1928, em Timbó (então território de Blumenau), com Gertrud Döpke. Após essa data, o casal passou a residir na casa construída em Blumenau, no bairro Itoupava Seca, nas proximidades da família Rischbieter.
Carlos Alberto Julio Döpke faleceu em 13 de julho de 1984, e Gertrude Döpke permaneceu residindo no imóvel, fato comprovado pelo registro documental do Memorvale. O casal teve três filhos: Isolda, Werner e Lieselote.
Ficha Memorvale - Proprietária atual: Gertrudes Döpke.
Atestado de óbito de Carlos Alberto Julio Döpke.
A Casa Carlos Alberto Julio Döpke desde 2011

A mudança da paisagem com a retirada de três tipologias cadastradas como patrimônio de importância para Blumenau nas décadas de 1980 e 1990.








As imagens comunicam - maio de 2026






















Em 2011. Google Earth.
Projeto Cadastramento do Patrimônio Arquitetônico Memorvale
Arquiteto e Professor Vilmar Vidor em 1974 Fonte: Acervo Angelina Wittmann.
O projeto Cadastramento do Patrimônio Arquitetônico – Memorvale consistiu na efetivação do registro das principais tipologias pertencentes ao patrimônio histórico-arquitetônico de Blumenau e região, durante as décadas de 1980 e 1990. Tal iniciativa teve como desfecho o tombamento, pela Fundação Catarinense de Cultura, de diversos imóveis no centro de Blumenau, além do restauro de outros. O Professor Vilmar Vidor foi o idealizador e proponente do projeto, contando em sua equipe, entre outros profissionais, com a professora Amábile M. T. Dorigatti, que também coordenou os trabalhos em determinado período.
Para a execução prática do projeto, o Professor Vilmar Vidor contou com o apoio da FURB, por meio da participação de acadêmicos estagiários da instituição. Estes elaboraram o cadastro de imóveis antigos de variadas linguagens e técnicas construtivas — incluindo aqueles edificados com a técnica enxaimel. O cadastro individual de cada tipologia continha um breve relatório técnico, descrição, planta baixa, elevações e registros fotográficos dos imóveis selecionados.

Fichas do Cadastro do Patrimônio Arquitetônico - Memorvale 

Tivemos acesso a mais de 1.100 fichas pertencentes ao Cadastro do Patrimônio Arquitetônico – Memorvale (as quais apresentaremos de modo individual nesta página), semelhantes a esta pequena amostra apresentada abaixo. Nelas, estão listadas centenas de tipologias construídas com as técnicas enxaimel, autoportante, entre outras, abrangendo diferentes estilos e recortes temporais existentes — ou que existiram — na cidade de Blumenau e região.
O modelo da ficha foi criado pelo Professor Vilmar Vidor e sua equipe, sendo utilizado para elaborar o pioneiro cadastro do Patrimônio Histórico-Arquitetônico, conhecido como Memorvale. De acordo com o Professor Vidor, pioneiro nesta pesquisa no Vale do Itajaí, em entrevista concedida ao jornalista Altair Pimpão em 2 de março de 2014, dois terços das edificações cadastradas em Blumenau foram demolidas. Atualmente, com certeza, esse número é ainda maior.
O tema "patrimônio" e este trabalho específico eram tão novos dentro da academia local que, em algumas fichas, as casas foram definidas com a grafia “enchaimel”.

O acervo e seu destino

Aqui está o texto revisado para garantir clareza e correção gramatical, mantendo rigorosamente a sua estrutura original:
Ainda na entrevista concedida ao jornalista Altair Carlos Pimpão em 2 de março de 2014, o Professor Vilmar Vidor explicou que o fichário dos imóveis foi repassado à Fundação Cultural de Blumenau, ao Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Blumenau (IPPUB) e à FURB, onde pesquisamos o acervo. O trabalho, desenvolvido em parceria entre a FURB e o IPPUB, foi facilitado e viabilizado pelo fato de o Professor Vidor ser, simultaneamente, presidente do IPPUB e professor da FURB, o que lhe permitiu "diminuir distâncias" e reduzir a burocracia para o êxito do projeto.
A partir do projeto de Cadastramento do Patrimônio Arquitetônico (Memorvale), a professora do curso de Serviço Social da FURB, Amábile M. T. Dorigatti, criou a Associação dos Proprietários de Imóveis Antigos. Essa associação foi fundamental para o sucesso do projeto, sua fluidez e a efetivação dos cadastramentos, viabilizando diálogos e parcerias entre proprietários, pesquisadores e o poder público.
Dessa forma, a equipe de pesquisas coordenada pelo Professor Vilmar Vidor mantinha um diálogo permanente com os proprietários através da associação, que possuía assento no Conselho do Patrimônio Histórico de Blumenau e também no Conselho de Planejamento Urbano. Nas assembleias dessa entidade, a municipalidade e os proprietários debatiam a manutenção do patrimônio e possíveis políticas preservacionistas. Havia um estatuto próprio e as reuniões eram periódicas.
Quanto ao material do Memorvale que pesquisamos, o acesso foi realizado por meio do Setor de Documentos Especiais da Biblioteca da FURB.
Na sequência, os links das Edificações Históricas, demolidas ou não, que já catalogamos, contendo seus estudos, fotografias e a ficha do Memorvale. Para acessar, basta clicar sobre o link da edificação/ficha escolhida — no total, somam 1.100 fichas (seção em construção).
  1. Casa Labes - Construída em 1890 em Blumenau ("Demolida"?) 
  2. Projeto Memorvale - Casarão Scardueli - Construído por Gustav Salinger - Blumenau - e o Fundo de Apoio aos Proprietários de Imóveis Antigos
  3. Edifício do antigo Correios e Telégrafos - Blumenau 
  4. Projeto Memorvale - Casa Peter Forbici - Rua Amazonas 1680 - Garcia - Na Paisagem
  5. Johannastift, o Hotel Alameda, a Turismo Holzmann, Zum Weissen Rössel (Cavalinho Branco), a Escola do SENAC Bistrô Johannastift, a Casa de Comércio de Blumenau - 100 anos de História e uso em 2023 - Arquitetura de Blumenau
  6. Projeto Memorvale - Casa Paul Lang - Rua São Paulo 1731 - Demolida!
  7. Projeto Memorvale - Casa Soares - Rua São Paulo  1729
  8. Casa Rischbieter - Ficha Rua São Paulo 1960
  9. Casa Ingrid Friedler Ficha Rua Paraíba N° 281 (DEMOLIDA!!)
  10. Casa Renato Vianna Ficha Rua Itajaí N° 574
  11. Casa Gropp - Ficha Rua Itajaí N° 667 (DEMOLIDA!!)
  12. Casa Gropp - Ficha Rua Itajaí N° 799 (DEMOLIDA!!)
  13. Projeto Memorvale - Refrigeração Martendal Ltda. - Rua São Paulo N° 1410 - DEMOLIDA em 1988
  14. Projeto Memorvale - Casa Spernau - Rua Bahia N° 1281 - DEMOLIDA em  27 de maio de 2022 -  com autorização da Prefeitura Municipal de Blumenau
  15. Da Associação dos Proprietários de Imóveis Antigos - Instituto Bertha Blumenau - Instituto Histórico de Blumenau - IHB
  16. Da Associação dos Proprietários de Imóveis Antigos - Instituto Bertha Blumenau - Instituto Histórico de Blumenau - IHB
  17. A Bíblia de Alice (Hoeschl) Altenburg - filha de Leopold Franz Hoeschl - edificação cadastrada no Projeto Memorvale - Demolida
  18.   Projeto Memorvale - Casa  Carlos Alberto Julio Döpke - Rua São Paulo Nº 1695

Um Registro para a História...

Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
@angewittmann (Instagram)
Angewitt  (You Tube) 
AngelinaWittmann  (Facebook)