sexta-feira, 31 de julho de 2026

Um dos primeiros professores de Pomerode - Ferdinand Ludwig Albert Hackbarth

Há uma imagem por aí — criada a partir desta corrigida pela IA — em que ele parece bem mais velho do que a esposa; no entanto, nasceram no mesmo ano. Portanto, essa restauração da imagem foge muito da realidade.
Em um comentário no texto "Quem foi Ferdinand Ernst Friedrich Hackradt?", um tataraneto de Ferdinand Ludwig Albert Hackbarth escreveu:

"Bom dia, que reportagem maravilhosa! Estava à procura de outro Ferdinand, meu tataravô, onde muitos fizeram confusão, confundindo-os. Com essa história podemos distinguir muito bem os dois. Seria maravilhoso que um dia pudesse fazer um estudo sobre o nosso Ferdinand  Ludwig Albert Hackbarth, pois não tenho esse conhecimento seu e nem estudo para isso, onde as pesquisas ficam muito restritas, para o povo comum. Meu tataravô também foi muito importante para Pomerode, pelas informações que já consegui. Foi considerado por alguns pesquisadores, como o primeiro professor de Pomerode, mas poucos papéis comprovam essa realidade, talvez pelo período de era Vargas, onde muita coisa foi perdida, escondida ou mesmo queimada. Fica meu pedido para você e agradeço se puder ajudar, já temos certidão de casamento dele lá da Alemanha, mas só isso, estamos atrás da certidão de nascimento pra conferir o nome dos pais."

Nós ficamos curiosos em saber mais sobre a segunda personalidade, que é confundida com a primeira — esta muito conhecida na história local. De acordo com o registro do Pioneiro Colônia Blumenau, sua família era grande quando chegou à região.
Quem foi Ferdinand Ludwig Albert Hackbarth?

Ferdinand Ludwig Albert Hackbarth foi um dos imigrantes de origem germânica que se estabeleceram na Colônia Blumenau na segunda metade do século XIX. Ainda não existia a Alemanha como nação.
Ferdinand nasceu em 6 de março de 1830 em Latzig, na região da Pomerânia (Pommern), que na época pertencia ao Reino da Prússia e atualmente faz parte do território da Polônia, visto que a antiga vila alemã, após a 2ª Guerra Mundial, passou a integrar a Polônia, sendo rebatizada como Laski (no condado de Białogard)
Latzig/Laski.
Cidade que nasceu Ferdinand Ludwig Albert Hackbarth.



Os Hackbarth's chegaram à Colônia Blumenau em 6 de agosto de 1869 com sua esposa, Johanna Caroline (Ziebell) Hackbarth, com quem se casara em 16 de maio de 1852, na Prússia-Pomerânia — 17 anos antes de migrar para o Brasil. Ela também era nascida em 1830 e filha do pomerano Johann Peter Ziebell. Migraram para o Brasil com 10 filhos. Por certo, o salário de professor sua ocupação na região) não sustentaria a todos. Como todo imigrante, deveriam possuir uma pequena "fábrica" alimentícia em seu rancho, de onde saíam os embutidos, derivados do leite, conservas de frutas e verduras e doces diversos. 
Os filhos que migraram junto com os pais foram:
  1. Johanna Albertine Adele Hackbarth (1852– )
  2. Max Hackbarth (1854–1934)
  3. Carl Louis Emil Hackbarth (1856– )
  4. Theodoro Hackbarth (1857–1902)
  5. Martha Hackbarth (1860–1936)
  6. Bertha Hackbarth (1862– )
  7. Elise Hackbarth (1864– )
  8. Ferdinand Theodor Albert Hackbarth (1865–1937)
  9. Marie Bertha Wilhelmine Hackbarth (1867–1947)
  10. Anna Hackbarth (1869–1955)
Ainda nasceram na Colônia Blumenau mais dois filhos, somando 12 - 6 meninos e 6 meninas. São eles:
  1. Erich Eduard Wilhelm Hackbarth (1871–1909) – Pomerode
  2. Ernest Friedrich Wilhelm Hackbarth (1874–1874) – Tatutiba
Assim como os pioneiros mencionados no jornal Allgemeine Auswanderungs-Zeitung, a trajetória de Ferdinand e de sua família reflete o contexto anterior à unificação alemã de 1871. O Allgemeine Auswanderungs-Zeitung ("Um Mensageiro entre o Velho e o Novo Mundo") foi um importante jornal semanal em língua alemã publicado entre 1846 e 1871 na cidade de Rudolstadt, na Turíngia
O periódico surgiu em um momento crucial da história alemã, coincidindo com as grandes ondas de migração em massa do século XIX, quando centenas de milhares de pessoas deixavam a Europa rumo às Américas e à Austrália.
Ferdinand e sua família migraram dois anos antes da unificação da Alemanha como país - 1871. Partiram de uma região com dialeto próprio (o pomerano), com hábitos e dinâmicas culturais muito específicos de sua terra natal, somando-se à diversidade de identidades locais que moldaram o início da colonização regional. Como sempre lembramos: os alemães não eram todos iguais sob o aspecto cultural e histórico.
Estabelecendo-se inicialmente na região da sede da Colônia Blumenau, Como anteriormente mencionado, Ferdinand e Johanna tiveram doze filhos — sendo apenas dois nascidos no Brasil.
Traçado dos lotes coloniais da Colônia Blumenau.
Na Colônia Blumenau, além de colono, Ferdinand atuou como professor, mais especificamente em Pomerode, cuja nucleação fora recém-criada. Em 1863 — seis anos antes de sua chegada —, os primeiros imigrantes haviam chegado ao Vale do Rio do Testo, desbravando a mata densa da região. Ferdinand foi o primeiro professor com formação a lecionar no território que hoje compreende o município de Pomerode.
Nessa época, todos tinham que praticar a agricultura familiar de subsistência — plantando arroz, batata, fumo e mandioca, entre outros cultivos, e criando animais —, pois não havia "supermercados". As casas eram quase todas edificações provisórias vernaculars, construídas com materiais retirados do entorno.
Sendo a família Hackbarth muito numerosa (12 pessoas), necessitava plantar e criar animais para sua subsistência, como todos os demais. No início da história de Blumenau, todos eram colonos, pois adquiriam lotes coloniais e trabalhavam na terra, independentemente de sua formação prévia.
Como ocorria nos traçados de lotes coloniais na Colônia Blumenau — desenho dos primeiros agrimensores e, pode-se dizer, planejamento —, também em Pomerode, que fazia parte desta colônia, os lotes ocupavam os vales, neste caso do Rio do Testo e de seus afluentes. Estes lotes tinham grande profundidade e testada pequena, para que todos os colonos pudessem ter acesso à água, garantindo acessibilidade, irrigação e abastecimento às suas propriedades rurais.
O livro Centenário de Blumenau registra que, em 1869, surgiram 19 novas escolas rurais na Colônia Blumenau. Uma delas ficava na localidade de Alto Rio do Testo, e Ferdinand Hackbarth foi nomeado o seu primeiro professor.

"Em 1867 aparecem as escolas do Rio do Têsto, (Reinhold Freygang), Alto Garcia (Carlos Kühne), Ribeirão Encano e Rio Itajaí-açu (Carlos Strük-ker). Prédios escolares em Rio do Têsto e Alto Garcia. No ano seguinte construíram-se os prédios do Alto do Rio do Têsto e Encano.
Estatística de 1869: 1 escola pública em São Pedro Apóstolo do Gaspar (professor, Antônio Ribeiro Carvalho); 2 escolas públicas em Blumenau, na sede; 3 escolas particulares na sede; 19 na zona rural, sendo novas as de Rio Morto (Fr. Richter), Alto do Rio do Têsto (Ferdinand Hackbarth)." Livro Centenário de Blumenau - página 288.
Nos registros oficiais da Diretoria de Terras e Colonização do Estado de Santa Catarina, consta um requerimento de concessão de terras em nome de Ferdinand Hackbarth localizado justamente no Vale do Selke (Blumenau), datado de 1883.
Ferdinand Ludwig Albert Hackbarth faleceu em 10 de março de 1913, aos 83 anos, sendo sepultado em Pomerode. Sua trajetória exemplifica a complexa colcha de retalhos culturais e linguísticos dos imigrantes que partiram de diferentes Estados alemães antes da unificação do país.

Um registro para a História.
 
Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
@angewittmann (Instagram)
Angewitt  (You Tube) 
AngelinaWittmann  (Facebook)
Sugestões de textos de pesquisas dessentidos por este blog - relacionados a Pomerode. Para acessá-los, basta clicar sobre o texto escolhido:
  1. Pomerode SC - Um pouco de sua história através do texto e registro do Prof. João Ehlert - Tradução de Lauro Harbs
  2. Um pouco da História de Pomerode e Momentos da 36° Festa Pomerana 2019 - Dia 15 de Janeiro.
  3. Legado Hermann Weege - Pomerode
  4. O "Alemão" de Pomerode
  5. Quem foi Ferdinand Ernst Friedrich Hackradt?
  6. Johanna Caroline (Ziebell) Hackbarth
  7. Pomerode - Localização e Igrejas históricas
  8. “Feito em Pomerode" - " Hergestellt in Pomerode”
  9. Uma Volta em Pomerode - Domingo a tarde
  10. Grupo Folclórico Alpino Germânico - Pomerode SC - Praça Pública Dr. Blumenau - 15° Festfolk
  11. Projeto Rota do Enxaimel - Pomerode SC
  12. Hermann Gehrmann e o Hotel Oasis - Pomerode SC - Décadas de 1940 até 1960
  13. Fanfarenzug Tamm - em Pomerode SC - e um pouco sobre a cidade alemã Tamm
  14. Poesia de um descendente de Pomerano - brasileiro
  15. Colônia Blumenau - Tatutiba
  16. Qual a origem etimológica e o significado do termo "Enxaimel" - em alemão - Fachwerk
  17. "Neu-Westfalen" - Vila do Rio do Testo - Pomerroda - Pomerroder - Pomerode - Qual a origem e a histórica dos nomes da cidade de Pomerode? O que significa Testo?


quarta-feira, 29 de julho de 2026

Há 16 Anos lembrávamos sobre a importância de efetuar registros concretos sobre Arquiteto Hans Broos - que partiu um pouco mais de um ano depois - Registros para a História

 

Como mencionamos no nosso depoimento feito na matéria do Jornal de Santa Catarina (JSC), edição de 24 de agosto de 2011, após a partida de Hans Broos, fomos o conhecendo devagarinho.

Um mestre

Conheci Hans Broos devagarzinho. O primeiro contato aconteceu em um sarau de arte. Foi efêmero, ainda na década de 1990. Depois, na metade da outra década, na UFSC, durante o curso de Mestrado, participei de debates sobre sua vastíssima obra, pouco estudada no meu próprio curso de Arquitetura em nossa cidade. Na UFSC, percebi o quanto Broos era respeitado no meio acadêmico no Brasil. Curiosa e movida por uma crescente admiração, fui pesquisar sua obra, espalhada não somente no Brasil, mas na Europa também.
Em Blumenau, comecei a observar suas obras, tão próximas de nós. No entanto, aqui, poucos sabem que a Igreja Luterana da Itoupava Seca é uma obra sua, que a Associação da Hering é uma obra sua, que o grande complexo
fabril da Hering foi ampliado e organizado por Broos e seu amigo paisagista Roberto Burle Marx. Um dia, no ano de 2010, soube
que o arquiteto estava de volta à cidade que o acolhera quando escolheu o Brasil para morar. Que ele retornara para sua casa no Bairro Boa Vista. Fui visitá-lo. Encantada com sua simplicidade de explanação e entendimento, sua filosofia e consciência sobre a importância da integração da arquitetura à natureza, percebi que sua obra era uma nuance do homem e de seu modo de viver e ver o mundo: Sua obra transpirava a delicadeza que o concreto armado necessitava para a plena harmonização de sua intervenção com os elementos da paisagem natural.
Sinto-me lisonjeada por ter tido a oportunidade de, um dia, na caminhada profissional, ter conversado com esse mestre, mesmo que tenha sido por tão pouco tempo.
Ah...ele amava as montanhas! JSC - agosto de 2011
Residência de Hans Broos em Blumenau - bairro da Boa Vista.
Há exatamente 16 anos, em 29 de julho de 2010, preocupados com o fato de que o arquiteto Hans Broos não teria registros formais e, com isso, não seria lembrado, e cientes de que estava muito doente e sozinho, entramos em contato com o Jornal de Santa Catarina, para o feitio de uma matéria.
No dia 29 de julho de 2010, uma quinta-feira, a repórter Wania Bittencourt e o repórter fotográfico Artur Moser estiveram na residência do arquiteto Hans Broos, na Boa Vista, para colher informações, entrevistá-lo e registrá-lo para a História. Acompanhamos os trabalhos e fizemos um pequeno making of para guardar, e hoje o "Google" lembrou a passagem do 16º aniversário deste momento — que aconteceu um pouco mais de um ano antes de sua morte, ocasião em que o Jornal de Santa Catarina usou seus arquivos de um ano atrás para uma matéria sobre sua passagem.





Repórter fotográfico Artur Moser.

Repórter fotográfico Artur Moser.
Foto da página do album de fotos que pertencia a Hans Broos..

Matéria do JSC - Julho de 2010




Notícia de sua morte com material de arquivo deste dia 29 de julho de 2010.


No dia do aniversário do arquiteto - na varanda de sua casa.
Em 10 de outubro, também de 2010, algumas pessoas se reuniram na residência do arquiteto Hans Broos, no bairro Boa Vista, em Blumenau. Ele estava doente, situação que piorou após a partida de sua companheira Freya Gross, em 5 de novembro de 2008. Teve pequenos derrames e faleceu em 23 de agosto de 2011, antes de completar 90 anos.
De alguma maneira, tentávamos entrar em contato com todo o conhecimento que ele possuía e que, naquele momento, estava ficando guardado em algum lugar dentro de si. Desejávamos encontrar alguma coisa, antes que tudo ficasse escondido.
Artigos que escrevemos envolvendo Vida e Obra de Hans  Broos.
Para ler basta clicar sobre o título escolhido.
  1. Hans Broos - Vida e Obra
  2. Museu Hering + Obra de Broos e Burle Marx em sintonia com o verdadeiro Progresso
  3. Alunos de Arquitetura e Urbanismo - Visita à obra de Hans Broos e Burle Marx
  4. Documentário Arquiteto Hans Broos - Equipe eslovaca Diretor Ladislav Kaboš
  5. Brutalismo de Hans Broos - Caminhada Cultural - Blumenau
  6. Desenvolvimento Urbano da Cidade de Blumenau - Por Hans Broos 1
  7. Arquitetura - Projetos de Hans Broos - Rio do Sul SC
  8. Contato da Família do Arquiteto Hans Broos da Alemanha - a partir de um publicação nossa no You Tube
  9. Arquitetura Hans Broos - Obra inacabada - Prefeitura Municipal de Rio do Sul - desde 1960
  10. Arquitetura - Projeto Residencial de Hans Broos - Blumenau - Residência Hans Prayon
  11. Set de Filmagem do Documentário da Vida e Obra de Hans Broos - Morro das Pedras e Praia da Armação - Florianópolis SC
  12. Freya Schmalz Gross - Uma História - Arte e um amor de mais de 35 anos - Hans Broos
  13. Conversando com o arquiteto Hans Broos no dia de seu 89° aniversário - Blumenau - 2010
  14. Acadêmicos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santa Catarina de Joinville em Blumenau
  15. Hans Broos – o Documentário eslovaco "Architekt Drsnej Poetiky" - Arquiteto da Poética Bruta - no Brasil em 11 de dezembro de 2025
  16. Estreia do documentário "Architekt Drsnej Poetiky – Arquiteto da Poética Bruta" - Brasília Embaixada da Eslováquia no Brasil e UnB – Nossa crítica e registros para a História
  17. Residência Dieter Hering - Projeto Residencial Hans Broos - Demolida em 23 de setembro de 2025
Um registro para a História.
 
Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
@angewittmann (Instagram)
Angewitt  (You Tube) 
AngelinaWittmann  (Facebook)




Musik in der Nacht

Guten Abend Freunde!
Um pouco de música na noite...

Bis Morgen!

Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
@angewittmann (Instagram)
Angewitt  (You Tube) 
AngelinaWittmann  (Facebook)


terça-feira, 28 de julho de 2026

Momentos do Concerto "Ecos da Imigração – Vozes, Instrumentos e Tradição" - Semana da Imigração Alemã - C.C. 25 de Julho de Julho de Blumenau

Em 25 de julho de 2026, aconteceu o concerto "Ecos da Imigração" – Vozes, Instrumentos e Tradição", organizado pelo Coro Misto Stimmen des Herzens com o apoio do C.C. 25 de Julho de Blumenau. O evento contou com as participações especiais do Blumenbrass, da Igreja Luterana de Itoupava Seca (Blumenau), e do coro amigo Coral Leopoldo Kurtz, de Timbó — que traz entre seus integrantes a presença da presidente da Liga Cultural e Recreativa Vale do Itajaí, Matilde Zumach.
O concerto ocorreu dentro da Semana da Imigração Alemã para homenagear os pioneiros que fundaram inúmeras cidades na região.
 Presidente da Liga Cultural e Recreativa Vale do Itajaí, Matilde Zumach e seu marido.
 A celebração remete ao dia 25 de julho, data marco da chegada do primeiro grupo organizado de imigrantes alemães ao Brasil.
O programa foi dividido em quatro partes. Na primeira, apresentou-se o Coro Misto Stimmen des Herzens, sob a regência de Roberto Fabiano Rossbach, acompanhado pelo grupo de sopros Blumenbrass,  sob regência de Daniel Frühauf. No piano, estava  Helder Cadore.
Na segunda parte, ocorreu a apresentação do Coral Leopoldo Kurtz, sob a regência de Meri Duwe, no qual o grupo de Timbó interpretou quatro peças. 
Na terceira parte, o grupo de sopros Blumenbrass executou outras quatro peças instrumentais.
Para encerrar o concerto, na quarta parte aconteceu a integração dos três grupos musicais e de canto.
Segue o programa detalhado:

Programa da noite  - Concerto "Ecos da Imigração: vozes, instrumentos e tradição"

Coro Misto Stimmen des Herzens (Centro Cultural 25 de Julho)
Regência e arranjos: Roberto Rossbach
1. Ich sag’s dir mit Musik – Albin Gross
2. Schneewalzer – Canção folclórica austríaca
3. Blühende Rosen – Tibor Reisner
4. Wenn morgens früh die Sonn aufgeht – Canção tradicional
Coral Leopoldo Kurtz (Sociedade Recreativa e Cultural de Timbó)
Regência: Meri Duwe.
5.  Komm, o Tod, du Schlafes Bruder – Johann Sebastian Bach
6.Hungriges Herz – Mieze Katz e Gunnar Spies – Texto: Robert Schütze.
7. Muss I denn – Canção da Suábia
8. Datemi un martello – Versão italiana da canção If I Had a Hammer
Blumenbrass
Regência: Daniel Frühauf
9. Looking back the Years – Christian Sprenger
10. Rise and Shine – Christian Sprenger
11. Spiritual Gebet – Enrique Crespo
12. Auf der vogelwise – Josef Poncar
Corais e Blumenbrass (Integração)
13. In München steht ein Hofbräuhaus (1935) – Tradicional de München
14. Sierra Madre Del Sur – W. Roloff/H. Hee – Solo:Meri Duwe
Após as apresentações, foi servido um jantar por adesão, seguido de momentos de confraternização.
Os três grupos para a apresentação do concerto: Coro Misto Stimmen des Herzens,  Blumenbrass, Coral Leopoldo Kurtz.
Nesse contexto de homenagens ao imigrante alemão, nós resgatamos a história de uma família que emigrou para o Brasil após a 1ª Guerra Mundial, no século XX. Como o fluxo migratório jamais cessou — desdobrando-se em múltiplos períodos históricos, partindo de diversas regiões da Alemanha e com destino a territórios distintos —, reafirma-se a importância de não tratar a imigração de forma homogênea como muitas vezes tem se feito.
Compartilha-se, assim, a saga de uma família que lutou por mais de 30 anos para encontrar estabilidade emocional e sustento longe de sua pátria. Tentaram retornar, mas o destino não permitiu.
Para acessar a pesquisa completa: clicar sobre: Imigrantes Alemães do Século XX — A História de Rodolfo Wittmann: de Baden-Württemberg para Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Santa Catarina

Concerto
As imagens comunicam

Vídeo:

Fotografias


Aquecimento da voz e passagem do som.












Capricho da cantora do Coro Misto Stimmen des Herzens Shirley Tillmann - programa do concerto para seus convidados.












Maestro do Coro Misto Stimmen des Herzens e sua esposa Rúbia.








O Padre João Humberto Luciani, prestes a embarcar para Roma, prestigiou o concerto acompanhado de sua família — pais e irmã. No registro, aparece ao lado de amigos do seminário.

Presidente da Liga Cultural e Recreativa Vale do Itajaí, Matilde Zumach e José S. Cadore, do Corais do Vale do Itajaí.










Família do saudoso e cantor do Stimmen des Herzens, esposa de Herta Haas, Rolf Mathias Haas.


Marcos Schroeder e Silvana Scheidemantel Schroeder.

Roberto Wittmann, Juraci Rausch Georg e Guenter Georg.

Padre João Humberto Luciani e família.


Otto Wagenknecht de Pomerode e Sofia Vogt Beyer.




Bisnetos de Hedwig Lorenz e de Johannes Friedrerich Lorenz, irmão de Fritz Lorenz, o fundador da Cia Lorenz Victor Bona e Melita com Noemi Kellermann.



A filha do casal Jaqueline Thaise Trettin Lueders e de Victor Hugo Lueders está no palco com a Blumenbrass. A musicista Hanna, sua filha, tem 7 anos de idade.

Anita Schaade.



Ronald Haas e familiares.


Um papo ecumênico - Pastor Gustavo Allende e o Padre João Humberto Luciane.




Jorge Wittmann e Luciele Beatriz Kessler. Fez registros fotográficos importantes na noite, quando não poderíamos. Gratidão.


































José Carlos Oechsler, regente do Coro Masculino Liederkranz, Rose Oechsler, Rita Bubeck e Manfredo Bubeck. ambos ex regentes do Coro Misto Sitmmen des Herzens.

Conjunto de sopro Blumenbrass.

Conjunto de sopro Blumenbrass.








O casal Jaqueline Thaise Trettin Lueders e de Victor Hugo Lueders registrando sua filha Hanna, de 7 anos, no palco com o grupo de sopros.


O regente do grupo de sopros Blumenbrass,  Daniel Frühauf recebendo homenagens e a benção ecumênica do Padre João Humberto Luciani e do Pastor Gustavo Allende pela passagem de seu 33º aniversário.
Fotografias do Coro Misto Stimmem des Herzens e vídeo foram feito por Luciele Beatriz Kessler e Roberto Wittmann - Muito obrigada.




























































Jaqueline Thaise Trettin Lueders e de Victor Hugo Lueders  com os filhos. A Hanna é musicista.




Um registro para a História.
 
Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
@angewittmann (Instagram)
Angewitt  (You Tube) 
AngelinaWittmann  (Facebook)