terça-feira, 28 de abril de 2015

Musik in der Nacht mit Walzer

Guten abend Freunde!
Um pouco de valsas na noite...









Bia Morgen!




Francisco José da Rocha - Visita Ilustre na Colônia


Muitos foram as correspondências que encontramos no Setor de Documentos Raros da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Correspondência trocada entre as lideranças da Colônia Blumenau e a Presidência da Província de Santa Catarina. 
Cartas da Colônia Blumenau, encontramos muitas assinadas pelo Sr. Hermann Blumenau - Diretor da colônia e pelo Sr. Hermann Wanderburg - na qualidade de Diretor Adjunto e depois como  Diretor titular.
Encontramos este discreto registro da visita de um dos Presidentes da Província de Santa Catarina à Colônia de Alemães fundada no Vale do Itajaí em uma publicação do periódico fundado pelo Sr. José Ferreira da Silva - Blumenau em Cadernos...

O Presidente da Província em questão, era o Sr. Francisco José da Rocha, um baiano nascido na cidade Salvador  no dia 10 de fevereiro de 1832. Além de político, foi jornalista e e advogado. Se formou bacharel na Faculdade de Direito de Recife em 1852.
Antes de ser Presidente da Província de Santa Catarina, foi o 4° Vice-Presidente da Província da Bahia, nomeado pema carta imperial no dia 15 de maio de 1870. Foi nomeado Presidente da Província de Santa Catarina no dia  primeiro de setembro de 1885, governo que durou de 29 de setembro de 1885 a 20 de maio de 1888.

Amanhã estaremos fotografando imagem do original de uma carta para ilustrar esta postagem.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

domingo, 26 de abril de 2015

Despedida - Martin Johann Schwertl


A Família Schwertl e amigos estão em luto.
Na tardezinha de 25 de abril de 2015, partiu Martin Johann Schwertl, genro de Emil Rossmark, um dos sócios fundadores do C.C. 25 de Julho de Blumenau e proprietário da empresa Móveis Rossmark.
Winzerkapelle Rödelsee
Senhor e Senhora Schwertl
Martin Schwertl nasceu em Fröhstockheim - Rödelsee -  Unterfranken - Bayern, Alemanha, cuja família foi uma das responsáveis pelos fortes laços de amizade entre pessoas daquela cidade e a cidade de Blumenau, por promover as "pontes",  pela primeira vez, entre músicos da Banda alemã Winzerkapele Rödelsee e organizadores do Oktoberfest Blumenau.

Fröhstockheim.













Rödelsee - Unterfranken - Alemanha.
Palavras de seu neto - Leonardo Augusto Piske
Hoje nos despedimos de nosso querido Opa, Martin Johann Schwertl. Nosso guerreiro, batalhador, que veio da Alemanha jovem para o Brasil e aqui construiu uma belíssima família e que graças a ele levou todos os filhos e netos para conhecermos a nossa família na Alemanha e termos a cidadania alemã. São milhares de recordações e lembranças que irão trazer muitas saudades. Te amamos muito, e sabemos que você estará nos guiando aonde quer que esteja.

Está fiu velado no Cemitério Jardim da Paz e o  foi sepultado  - às 15:30h

Manifestação de seus amigos de Rödelsee - via Facebook
Sr. Ullrich Hees
Rödelsee
Wir hier in Rödelsee/Fröhstockheim sind traurig! Unsere Aufrichtige Anteilnahme an das Trauerhaus Schwertl sowie allen Freunden und Bekannten sowie dem CC 25 Julho Blumenau. Martin war das erste Bindeglied zwischen Rödelsee Musikverein/Winzerkapelle und Blumenau. Wir werden Martin in höchster ehrenvoller Erinnerung behalten. Allen um Martin trauernden wünschen wir viel Kraft und innere Stärke in diesen schmerzvollen Tagen der Trauer! Freundschaft verbindent gezeichnet: Ulli Heß - 2. Vorstand Musikverein Rödelsee.

Nossos sentimentos aos familiares,
 principalmente aos filhos, esposa, cunhada e amigos próximos.
Siga em paz, Martin Schwertel
Fröhstockheim - Rödelsee - Unterfranken
Bayern - Germany









Heimkino - Sissi - Die junge Kaiserin 1956


Neste final de semana apresentamos o segundo filme de  uma trilogia de filmes austríacos sobre a vida de  Elisabeth "Sissi" da Áustria de 1956, no espaço Heimkino.
O filme narra a vida de casada da jovem imperatriz. Período que tenta se adaptar à vida formal e rigorosa no palácio.

Sissi Original

Sissi - interpretado por Romy Schneider


Filme

Desde que Sissi torna-se Imperatriz da Áustria, os costumes da corte vienense mudaram. Também o Imperador concedeu anistia aos rebeldes húngaros e tenta reconciliação. O casamento está muito bem, mas sofre com grande interferência da Arquiduquesa Sophie que provoca brigas. Por momento, a jovem Imperatriz sente-se prisioneira em uma gaiola dourada.

Diretor:
Ernst Marischka

Roteirista
Ernst Marischka

Elenco (por ordem de créditos)

Romy Schneider  - Imperatriz Elizabeth/Sissi
Karlheinz Böhn  - Kaiser Franz Josef
Magda Scneider  - Duquesa Ludovika/ Vickie
Gustav Knuth  - Duque Max da Baviera
Vilma Degischer  - Arquiduquesa Sofia, a mãe de Franz Josef
Walter Reyer - contagem Andrassy
Senta Wengraf  - Gräfin Bellegarde
Josef Meinrad  - Maior Böckl
Iván Petrovich  - Dr. Max Falk
Helene Lauterböck - Gräfin Esterhazy
Erich  Nikowotz  - Erzherzog Franz Karl
Hanz Ziegler  - Dr. Seeburger
Karl Fochler  -   Graf Grünne

Música 
 Anton Profes

Direção e Fotografia
De Bruno Mondi

Direção de Arte
Fritz Jüptner-Jonstorff

Cenário
Fritz Jüptner-Jonstorff

Figurino
Leo Bei
Gerdago
Franz Szivats

Maquiagem
Leopold Kuhnert
Rudolf Ohlschmidt

Filme para assistir...

Para assistir outros filmes - Clicar sobre: Heimkino


Viel Spaß!








sábado, 25 de abril de 2015

Musik in der Nacht

Guten abend Freunde!
Um pouco de música na noite...







Bis Morgen!


Corvo Branco - Urubici - Santa Catarina


A Estrada da Serra do Corvo Branco é a única opção de ligação dentro de uma grande extensão regional, que envolve diretamente alguns municípios - economizando muitas horas de viagem àqueles que transitam entre os dois níveis da serra. A estrada, atualmente é conhecida como SC 370.



Mapa humanizado

A SC 370, atravessa a Serra do Corvo Branco, a qual faz parte de uma das paisagens mais exuberantes do Estado de Santa Catarina. Está localizada no local de maior desnível e promove a ligação entre o município da serra catarinense - Urubici e o município da base da serra - Grão Pará.
Serra do Corvo Branco - lado de Grão Pará
História

Há registros de comércio entre o pé da Serra do Corvo Branco e Urubici - de 1890. Os núcleos urbanos locais se desenvolveram a partir do aumento do fluxo das tropas. Um dos caminhos mais usados pelos tropeiros que saiam de Urubici era aquele que seguia da Serra do Engenheiro, contornando a montanha do Corvo Branco até chegar a Grão Pará, Orleans e Tubarão  - sul do Estado. 
Foto tirada por um descendente de letos - Viganth Arvido Purim. O local da foto é o local onde terminava o Campinho e iniciava a descida do Morro do Engenheiro. A vista é do lado direito. Terminada a descida do Engenheiro, a picada continuava pelo rio 27 que ficava num desfiladeiro entre paredões de rocha. Chamava-se 27 - porque as pessoas atravessavam o mesmo 27 vezes. De acordo com o Viganth Arvido  Purim, em verdade as pessoas caminhavam por dentro do riacho, depois saiam em São Pedro. Esta foto foi tirada em 1953 com uma máquina Agfa Box - filmes 120.
27
Na época, se houvesse uma maneira de passar pela serra, ao contrário de contorná-la, a viagem reduzia vários dias, o que levou lideranças e toda a comunidade da região se mobilizarem para efetuar a abertura do caminho. Além do apelo econômico, o caminho da Serra do Corvo Branco, também diminuiu distâncias entre familiares que residiam ao pé da serra e no alto da serra.

Leitura complementar - Clicar sobre:  Letos de Urubici

Os antigos moradores do local contam que voluntários ajudaram na obra, abrindo trechos com picaretas. Grupos de voluntários ficavam meses acampados na serra e contavam com o envio de mantimentos pelas famílias da cidade, muitas destas, famílias letas, que tinham  familiares no pé da serra e no alto da serra. 
Trabalhos isolados prosseguiam, até que na década de 1950, o engenheiro Antônio  Carlos Werner, após uma expedição a pé pela região, concluiu que a única solução para um caminho no local seria um túnel, opção lúdica e utópica para a região naquele momento.
Sob a liderança de Pedro Fredolino Kühnen (nascido em Grão Pará), os trabalhos voluntários seguiram, na abertura da serra. 
Em junho de 1959, Kühnen liderou um grupo de 25 homens na frente de trabalho da abertura da serra, lado de Grão Pará. Os recursos para cobrir as despesas da empreitada saiam dos cofres da Prefeitura Municipal de Grão Pará e doações de famílias das povoações do pé e do alto da serra. Os trabalhadores enfrentavam além do clima hostil, ataques de enxames de abelhas africanas. Para se protegerem - construíam abrigos provisórios nas proximidades das frentes de trabalho.
Na época, também lideranças de Braço do Norte, a partir de sua representação política tentaram ajudar através de seus contatos junto ao governo do Estado de Santa Catarina - governo de Heriberto Hülse (1958 - 1961) Mesmo feito o contato através do deputado estadual Frederico Kürten, irmão do prefeito da cidade de Braço do Norte,não foi o suficiente para sensibilizar o governador sobre a situação regional e sobre a importante infraestrutura. Negou  participar da obra. Os trabalhos prosseguiram, somente com doações e trabalhos voluntários.
Na década de 1960, através do Plano de Metas do Governo- Plameg, os trabalhos receberam um trator para auxiliar na abertura do trecho Aiurê-Serra, concluindo o acesso sul.
Abertura do trecho Aiurê - Pedro Kühnen e colegas de trabalho
A abertura da serra, neste momento, ficou a cargo do município de Urubici, recém criado - 1956. Edmundo Ribeiro - primeiro prefeito da cidade e seu secretário de Transporte e Obras, Thomé de Souza Oliveira e mais dois funcionários, abriram uma picada até a boca da serra. Trajeto que seria seguido por outros prefeitos. Era somente uma idealização de um projeto que neste momento não tinha recursos - uma vontade de querer fazer e não poder.
Em 1969, o então prefeito de Urubici, Dionízio Oselame (1963-1969) disponibilizou um trator para trabalhar na estrada pelo lado de Urubici.
Foi durante o mandato do prefeito, Natal Zilli (1969-1973) que foi firmado o primeiro convênio com o governo estadual e a  obra recebeu a quantia de Cr$ 100 mil. A empresa do leto José Orlando Ozol foi contratada para executar a obra. 
Na gestão do prefeito de Urubici, Fulgentino Neto (1973-1977) a prefeitura recebia mensalmente a quantia de Cr$ 100 mil, para a obra. Lembramos que neste período o governo federal mudou o modal ferroviário para rodoviário, no território nacional, incentivando o rodoviarismo. em todo território do Brasil houve grandes projetos e investimentos na rede rodoviária. Muitas vezes, pagas pela indústria automobilística que tinha total liberdade e incentivos para suas instalações  em solo brasileiro bem como a garantia de novas estrada e "sucateamento" ferroviário nacional.
Inauguração oficial da Volkswagen, em 18 de novembro de
 1959, com a presença do então Presidente Juscelino Kubitschek
Ainda no final da década de 1970, a Empreiteira DF - Criciúma de propriedade de Diomício Freitas assumiu a obra da construção da estrada do Corvo Branco. Esta empreiteira abriu duas fendas no alto da serra. Uma de aproximadamente 90 metros e a outra de 30 metros de altura. Um ano depois, a empreiteira abandonou a obra, porque sua equipe técnica considerou a execução da obra tecnicamente inviável.
Os trabalhos foram retomados na gestão de Noé da Costa Ribeiro(1977-1983). O prefeito de Urubici assumiu a obra pessoalmente. Com o auxílio do mestre de obras da prefeitura de Urubici, Luiz Mariotti e alguns homens, iniciou sondagens no terreno. Ficou nos registros a ousadia do operador do trator, Tiago Coelho de Ávila, comentado pelo prefeito em várias ocasiões - foi fundamental para a execução em trechos complexos do sítio trabalhado. O Prefeito, coordenador da obra, Tiago Coelho de Ávila decidiu que fenda menor aberta pela empreiteira desertora seria fechada e usariam a fenda maior, a qual foi alargada. Estivemos várias vezes nesta fenda e conforma a estação do ano, é impossível permanecer por muito tempo no local pelo frio e a força dos ventos. 










 Antônio Carlos Konder Reis
Neste tempo, todas as ações da equipe de trabalho, eram decididas no local, das escavações, como ser feitas, e como foram usados os explosivos.
Muitas vezes eram decididas com homens pendurados em cordas, medindo metro a metro. Sem capital para construir uma ponte de ferro para um dos vales, resolveram preencher este com entulhos e material retirado das fendas e de outras partes da estrada. Segundo o prefeito, lembrando o lema do então governador do Estado de Santa Catarina - Antônio Carlos Konder Reis, não era encurtar distâncias, mas sim, esticar as distâncias ao máximo, para suavizar a inclinação da descida.
Acervo Orquiso Reis de Oliveira
Noé solicitou ao governo do Estado de Santa Catarina, a liberação dos recursos previstos no Orçamento do Estado e não utilizados pela empreiteira que abandonou a obra. Além desta verba, conseguiu  ainda,  um convênio com o Departamento de Estradas e Rodagem de Santa Catarina - DER-SC, que contribuiu com maquinário apropriado e homens para a obra. Equipe técnica do DER passaram assessorar os trabalhos.
Ficou registrado, quando faltavam 30 metros para a conclusão da estrada, a inauguração extra oficial, quando um grupo de jovens resolveu subir a serra para comparecer em uma festa na cidade de Urubici e após alguns entraves, conseguiram subir a serra.
A inauguração da estrada do Corvo Branco aconteceu no dia 19 de fevereiro de 1980, com a presenças do governador do Estado de Santa Catarina, Jorge Konder Reis e do Prefeito de Urubici, Noé da Costa.
As pistas em "rampa" - construídas a partir de aterros retirados do próprio terreno com o trator manobrado por Tiago Coelho D'Avila.
Quando foi aberta para receber o fluxo de veículos - a estrada  não tinha pavimentação - Década de 1980. 
Só foi asfaltada em 1999.










O nome - Corvo Branco - tem relação com a ave Urubu Rei - com plumagem branca, chamado pela população local de "corvo". Em uma das curvas, há muito tempo atrás, o tradicional fotografo da cidade de Urubici e pesquisador de sua História - Orquiso de Oliveira, nos levou ao local exato, do qual  poderia-se observar a escultura de um Corvo Branco no Skyline da serra, ao olharmos para cima. Víamos a pedra na forma do corvo. Tinha a forma de Urubu Rei pousado, em rocha branca, lembrando a plumagem do pássaro. O morro onde estava esta escultura natural ficou conhecido como morro do Corvo Branco. Tentamos resgatar esta imagem, através de uma fotografia atual, caminhando a pé pelas curvas da estrada da serra e não mais conseguimos visualizar a escultura na rocha. Esta história foi confirmada, em 1991, quando visitamos alguns pontos da Serra e, também este local, com a ACAPRENA e no momento que passávamos pelo local, foi narrado esta história da origem do nome. Vimos a morro do Corvo Branco, onde fotografamos. 
O morro do Corvo Branco - 1991.

A não localização da escultura do corvo pode ser resultado de avarias sofridas por ações do clima e do tempo e houve a modificação de seu formato perdendo a forma de corvo. Tal como sofre periodicamente com a estrada, a partir de deslizamentos de pedras na pista.
Mensagem - Janeiro de 2018

Recebemos uma mensagem via correio eletrônico, no dia 30 de janeiro de 2018 - algum tempo após essa postagem ser colocada no ar. A mensagem de Vamilson Jr., com a qual teve o objetivo de contribuir, nos transmitiu as coordenadas do ponto geográfico, a partir do qual é possível ver a escultura natural. Nós reconhecemo a pedra, na qual já conseguíamos ver o "Corvo".

Texto enviado de Vamilson via correio eletrônico:
Bom dia Angelina,Aqui estão as coordenadas e o link da curva a partir da qual fica bem visível a escultura natural: Clicar sobre: 28°03'23.8"S 49°21'24.8"WSegue também um documento Word com mais links e as fotos que tirei. Espero que sirva para enriquecer as informações no teu blog.  


A data da minha passagem por lá foi domingo, 21/01/2018".
Abração,
Vamilson - Vavá

Nossa gratidão Vamilson.


Quando estivemos no local, em 2011, tentamos fotografar o "Corvo". Talvez não estivéssemos exatamente no ponto para visualizar o monumento natural, mas o pico é o mesmo e que poderá ser visualizado a partir das coordenadas enviadas por Vamilson. Segue as fotos.


Vamilson também alertou sobre o acesso, o qual fotografamos no início do ano de 2017.
"A rodovia SC 370, no trecho que vai de Urubici à Grão Pará, num total de 57 km, está quase completamente asfaltada. Restam apenas 9,5 km de estrada de chão (um pouco antes e um pouco depois da Serra do Corvo Branco). Entre a comunidade de Aiurê e o centro de Grão Pará existe um trecho de 200m aproximadamente, sem asfalto também, mas em boas condições. Mas atenção: só recomendo passar de carro se o tempo estiver sem chuva, pois o trecho da serra não está recebendo manutenção há meses e existem muitas pedras soltas e valetas ocasionadas pela chuva. É necessário boa experiência no volante para se aventurar. " Vamilson

Agradecemos sua contribuição, Vamilson, que por certo será útil àqueles que desejarem encontrar o "Corvo", o qual inspirou o nome desse monumento natural do Estado de Santa Catarina e da grande obra de pessoas persistentes e munidas de coragem.

Prosseguindo...

A estrada foi asfaltada somente no ano de 1999.
A pista da rodovia é submetida a constantes recuperações, como foi noticiado em rede nacional, em outubro de 2014.
Com  Rodolfo Wittmann - 1991.
Para acessar - Clicar em: Estrada da Serra do Corvo Branco será fechada para obras

Na reportagem citada, mencionam a necessidade de reforma com o único foco econômico da região. Uma de nossas observações, é que as atenções sejam também voltadas para a manutenção e preservação deste espaço natural ímpar do estado de Santa Catarina. Muito cuidado há de se ter, não somente com o foco econômico. A estrada começou a ser construído para unir familiares e amigos que residiam no alto e no pé da serra.
No último dia 24 de abril, recebemos imagens que foram feitas por Sérgio José de Lima e por Tuca que mostram parte da Estrada do Corvo Branco danificada por conta de desmoronamentos de parte dos grandes taludes em pedra natural. Um grande registro, o qual nos inspirou esta postagem e o resgate de sua história.
Local crítico avariado pela queda de barreira.




Também buscamos as imagens, em vídeo, que fizemos em dezembro de 2012, onde buscávamos a rocha em forma de "corvo " que deu o nome à  famosa serra, abaixo, cujas coordenadas foram repassadas por Vamilson.

Vídeo in loco

Outras imagens
Nem sempre teve pavimentação asfáltica

Rampas com alto grau de inclinação e com ângulos de 360°



























Muitos blumenauenses se deslocam para contemplar a beleza deste santuário para usufruir deste contato divino com a natureza. Era muito comum, Wilbert Boos e seus amigos da ABCiclovias descerem esta serra fazendo um pedal.
Algumas imagens do caminho para e do Corvo Branco - pelo lado de Urubici  - Fevereiro de 2017.
















































Belezas naturais do Estado de Santa Catarina que ainda nos tiram a respiração, ao contemplá-las. Temos responsabilidade e compromisso em manter este privilégio às futuras gerações.


Em construção...