sábado, 9 de maio de 2015

Um pouco de História - Inauguração da Embaixada da Alemanha em Brasília em 1971

Registro histórico

Reportagem produzida na década de 1970 mostra as primeiras imagens da nova Embaixada em Brasília, bem como as personalidades presentes em sua inauguração. O Presidente do Brasil na época, Emílio Garrastazu Médici prestigiou a inauguração da Embaixada da Alemanha em Brasília, em 23 de abril de 1971.








Embaixada alemã em Brasília - em 2011 quando comemorava 40 anos
Obra do Arquiteto alemão Sr. Hans Scharoun
Sr. Hans Scharoun - Direita









Para ouvir e ver cantando - Die Loreley

A música desta noite é obra do período romântico alemão - Die Loreley. A famosa música popular da Alemanha é sempre lembrada e cantada por todos de todas as idades, acompanhado de muita alegria, quando estão navegando pelo Rio Reno.

Um pouco da lenda que inspirou a bela canção e sua história
A lenda conta que Loreley é uma linda moça que encanta as tripulações das embarcações que navegam pelo Reno e àqueles que passam ao lado de sua ilha. Ela está sentada sobre as rochas e penteia seus longos cabelos. A tripulação das embarcações encantada com a beleza se distrai e a embarcação cai no turbilhão das águas do rio, naufragando a embarcação.
Poeta Clemens Bretano
Contam que a origem da Loreley foi inspirada a partir de uma viagem do poeta romântico Clemens Brentano (1778/1842). Contam que Brentano  inspirou se para escrever o poema, durante uma viagem pelo Reno para escrever Zu Bacharach na Rheine, em 1801. Na sua obra, cita a presença de uma linda feiticeira, que encanta e rouba a razão dos homens até a sua morte.
Surgiram muitas estórias relacionadas a esta lenda. Entre elas, contam que uma mulher muito bonita foi abandonada por um navegante. Ficou tão infeliz que, na época, foi até o Bispo pedir para morrer. A lenda conta que o Bispo se apaixonara por ela e a encaminhou a um convento. No caminho de seu translado, passando pelo rochedo de St. Goarshausen, a moça olhando para o fundo do rio, caiu na água por acreditar estar vendo o navegante que amava e a abandonara.
Rochedo de St. Goarshausen

Heinrich Heine
Em 1823, Heinrich Heine (1797/1856) – poeta do período romântico, ficaria internacionalmente famoso por escrever uma poesia inspirada nesta História – Die Loreley. Em 1837, o texto foi musicado, por uma música feita por Friedrich Silcher(1789/1860). Tornou-se uma das canções mais populares alemãs, conhecida no mundo.
O estreitamento do Reno, geograficamente falando, exige atenção de quem manobra as embarcações. Neste ponto, próximo ao rochedo, o rio tem apenas 113 metros de largura e em alguns locais, com apenas 25 metros de profundidade.
Em tempos passados, o perigo era ainda maior, em função das pontas do rochedo que foram dinamitadas em 1930. Podem ainda ser vistas, quando o rio está com o nível baixo, e pontas conhecidas com as 7 virgens.
No Século XIX, a partir do hábito de resgatar a História e pontos pitorescos que tinham história estampada em sua paisagem foram muito valorizados e visitados. Neste local em espacial descoberto a vocação turística pelos ingleses. No local, por conta da antiga canção e poesia, logo foram construída infraestrutura para receber visitantes e lojas de suvenires, com a estampa da Loreley em canetas, dedais e canecos de cervejas. Sua imagem também é comercializada como uma sereia em bronze, ou ainda como boneca Barbie.


 Faz poucos anos a região foi revitalizada com um novo centro para visitantes sobre a rocha. O Centro abriga uma Exposição de gravuras, fotografias e objetos relacionados do transporte fluvial, flora e fauna do Reno.


Vídeos







Letra
Die Loreley
Melodie: Friedrich Silcher, 1838.
Text: Heinrich Heine, 1823.

1. Ich weiß nicht, was soll es bedeuten,
Daß ich so traurig bin,
Ein Märchen aus uralten Zeiten,
Das kommt mir nicht aus dem Sinn.
Die Luft ist kühl und es dunkelt,
Und ruhig fließt der Rhein;
Der Gipfel des Berges funkelt,
Im Abendsonnenschein.


2. Die schönste Jungfrau sitzet
Dort oben wunderbar,
Ihr gold'nes Geschmeide blitzet,
Sie kämmt ihr goldenes Haar,
Sie kämmt es mit goldenem Kamme,
Und singt ein Lied dabei;
Das hat eine wundersame,
Gewalt'ge Melodei.


3. Den Schiffer im kleinen Schiffe,
Ergreift es mit wildem Weh;
Er schaut nicht die Felsenrisse,
Er schaut nur hinauf in die Höh'.
Ich glaube, die Wellen verschlingen
Am Ende Schiffer und Kahn,
Und das hat mit ihrem Singen,
Die Loreley getan.

Partitura
Cantar faz bem e não tem contra indicação!

Para ouvir, ver e cantar junto - outras canções - Clique sobre: Canções alemãs




sexta-feira, 8 de maio de 2015

Coro Misto - C.C. 25 de Julho de Blumenau


Vivemos na época que não existe mais bloqueios a partir da distância e do tempo. A comunicação faz-se a todo momento e lugar. Este é um dos motivos, por existir este espaço virtual - a possibilidade de "construir pontes". 
Alguém do litoral entrou em contato conosco, a partir de sua visita ao Blog, e nos solicitou uma sugestão de Coro ou grupo coral para abrilhantar o Natal em um espaço conhecido em escala nacional e cujo Natal, já vem sendo cuidadosamente preparado. 
O primeiro nome que nos veio à mente foi o Coro Misto - coro que foi organizado pelo Maestro Heinz Geyer no espaço do C.C. 25 de Julho de Blumenau, na década de 1970.

Para ler mais sobre o Maestro Geyer - Clicar sobreMaestro Heinz Geyer - Biografia
Em 1972 o maestro Sr. Heinz Geyer, que vinha colaborando com o C. C. 25 de Julho de Blumenau, sugeriu a formação de um Coro Misto. Conseguiu o apoio da Diretoria do centro cultural e a adesão de alguns casais que se entusiasmaram com a ideia, como: Sr. Rolf Mathias Haas e Sra. Herta Elfrieda Haas, Sr. Werner e Sra. Iracida Frischknecht, Sr. Erwin e Sra. Erica Knaesel, Sr. Franz e Sra. Paula Isleb, Sr. Hercílio e Sra.Gerda Stahnke, Sr. Heinz e Sra.Edith Tuerpe e Sr. Manfredo e Sra. Rita Bubeck. Sr. Stahnke e Sr Frischknecht participam até os dias atuais do Coro Masculino Liederkranz. Sr Rolf Mathias Haas participa dos Coros Mistos e Masculino Liederkranz e a Sra. Herta Haas, participa do Coro Misto até a presente data.
Coro Misto - 1976 - Regido pelo Sr. Manfred Bubeck
Manfred Bubeck e Rita Bubeck
O Maestro Sr. Geyer convenceu o Sr. Manfred Bubeck assumir a parte técnica, como os ensaios e a regência. A pianista Sra. Iris Ramers dispôs-se e fazer o acompanhamento musical. Em outubro de 1972, foi formalizada a fundação do Coro Misto do C. C. 25 de Julho de Blumenau e os ensaios iniciaram sob a regência de Manfredo Bubeck (orientado pelo Maestro Geyer) e sob o acompanhamento da Sra. Iris Ramers ao piano. Nos últimos anos, participaram junto com o Coro Masculino Liederkranz de alguns Concertos na cidade de Blumenau, quando a regência de ambos estava sob a batuta do Sr. José Carlos Oechsler que esteve a frente do Coro Misto - como regente, desde o ano de 1996 até o final do ano de 2013. 

Ao Centro - a Regente Sra Juliana


Atualmente, dentro de uma nova configuração, está sob a regência da Maestrina Sra. Juliana Letícia Furlani, que tem feito belas apresentações com repertório variados até o repertório ligado à cultura dos antepassados.






Algumas imagens do Coro Misto

Concerto de Natal no Parque Ramiro Ruedger








Concerto de Natal no Parque Ramiro Ruedger













84° Encontro de Corais da Liga Cultural e Recreativa do Vale do Itajaí - 2014

84° Encontro de Corais da Liga Cultural e Recreativa do Vale do Itajaí - 2014


















Em função do momento que vivemos, construímos pontes e apresentamos este tradicional trabalho do Coro Misto. Esperamos, em breve, poder assistir uma apresentação natalina com lindas melodias de natal, no litoral.

Abraços à Sra Alessandra e agradecemos sua visita ao Blog - a qual nos possibilitou reviver a lembrança deste trabalho cultural - Coro Misto do C.C. 25 de Julho de Blumenau.

Apresentação de 2014 - Natal


Canto Coral - Tradição!!

Leituras Complementares - História...Os Coros e Corais














O último Show dos Velhos Camaradas de 2015 tem data marcada...


Maestro do Coro Masculino Liederkranz - Sr. José Carlos Oechsler
Sr. Joop - Líder da Kneipmusikanten e 
pianista do Coro Masculino Liederkranz

Este ano, o Coro Masculino Liederkraz e a Banda Kneipemusikanten não se apresentarão no Oktoberfest Blumenau 2015, como também, em outros compromissos de 2015.  
A banda Musical, que participa por mais de 5 anos, com os coralistas do Coro Masculino Liederkranz no Show dos Camaradas  não estará completa. Seu coordenador e também regente do coro, o alemão Sr. Hanz Jurgen Jopp, estará em turnê com outros músicos alemães, na China.
Para encerrar as apresentações dos Camaradas no ano de 2015 com chave de ouro, acontecerá uma última apresentação no mês de julho, como mostra a arte feita pelo Sr. Daniel Wachholz - novo coralista do coro regido pelo Sr. José Carlos Oechsler.

Vai faltar espaço no C.C. 25 de Julho de Blumenau.

Para ler mais sobre - Clicar sobre: Show dos Velhos Camaradas
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Dia 11 de maio

Tem tudo para a equipe de reportagem do Jornal de Santa Catarina ter lido nossa postagem e agradecemos a divulgação.

Para ler mais sobre -  clicar sobre: Oktoberfest sem o Show dos velhos Camaradas


Comentários nesta coluna.


Fabiano diz:11 de maio de 2015
Uma grande pena, pois para mim particularmente, é o melhor espetáculo em termos musicais em nossa Festa. Mas se é para o aprimoramento e reformulação, que assim seja. Prosit!

jacqueline diz:11 de maio de 2015
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Uma pena mesmo!!!
Uma das melhores atrações da Oktober

Túlio Ramos diz:11 de maio de 2015
Realmente uma pena.
Na minha opinião é a melhor apresentação que temos na Oktoberfest!








quinta-feira, 7 de maio de 2015

quarta-feira, 6 de maio de 2015

As Artes Plásticas

Deustche Welle
De Cranach e Dürer até a Bauhaus e o Blauer Reiter, a contribuição alemã ao cenário artístico europeu se desdobrou de forma contínua e orgânica desde a Idade Média até a unificação tardia do país, em 1871. Se as tendências da virada do século 19 para o 20, sobretudo o Jugendstil, ainda eram marcadas pelo cultivo de peculiaridades regionais, as vanguardas modernistas vieram inaugurar antes e ao longo da República de Weimar o cosmopolitismo que marcou suas múltiplas tendências e movimentos. Toda a tradição que culminou na revolução modernista sofreria uma ruptura irreversível na década de 30, com a ascensão do nazismo.
Faxina estética e "arte degenerada"
A partir da ascensão dos nazistas ao poder, em 30 de janeiro de 1933, artistas e intelectuais judeus ou oposicionistas foram sendo afastados dos cargos públicos. Adeptos da arte moderna foram obrigados a abandonar os museus. A Escola Bauhaus — um dos centros fundamentais de ensino e propagação do modernismo nas artes visuais e na arquitetura — foi fechada no mesmo ano, pouco após ter sido transferida de Dessau para Berlim.
Em detrimento da diversidade das tendências artísticas coexistentes no início do século 20, o Terceiro Reich impôs um neoclassicismo ideológico como padrão artístico e reprimiu o abstracionismo como "arte degenerada". Entartete Kunst: este era o título da exposição itinerante que aplicou às artes os preceitos da teoria racial nazista. Só em Munique, onde foi inaugurada em 1937, a exposição foi visitada por dois milhões de pessoas; nas outras cidades onde circulou, por mais de um milhão de visitantes.
Catálogo da exposição sobre 'arte degenerada'
Entre os artistas de vanguarda depreciados na mostra estavam Marc Chagall, Otto Dix, Paul Klee e Emil Nolde. Uma parte das obras confiscadas dos museus foi leiloada em 1939, na Galeria Fischer, em Lucerna, ou então queimada no mesmo ano em Berlim. Os artistas que contribuíram para as inovações artísticas da República de Weimar foram obrigados a emigrar (W. Kandinsky, P. Klee, M. Beckmann, G. Grosz, H. Heartfield, B. Taut, W. Gropius, Mies van der Rohe), ou se mantiveram no país numa "emigração interior" (innere Emmigration) (E. Barlach, K. Kollwitz, E. Nolde, A. Jawlensky, O. Schlemmer, O. Dix, H. Scharoun). O exílio dos judeus e da elite cultural crítica, o Holocausto e as destruições da guerra eliminaram a base humana e material do que fora a cultura alemã até então.
Arte abstrata realibitada
Com a divisão da Alemanha após o término da guerra, o Leste e o Oeste tentariam preencher, cada um a sua maneira, o vácuo deixado pelo nazismo. Na República Federal da Alemanha (RFA), o resgate das vanguardas repudiadas pelo Terceiro Reich parecia ser o ponto de partida ideal para um recomeço. Em sua primeira edição, a documenta, exposição quinquenal de arte contemporânea internacional realizada em Kassel desde 1955, foi um marco decisivo na reabilitação das correntes modernas na República Federal da RFA.
A arte abstrata não apenas representava algo absolutamente antagônico ao nazismo, mas também uma linguagem considerada universal e uma vertente dominante nos outros países ocidentais, portanto, um vínculo internacional. Além disso, o abstracionismo fazia jus ao ceticismo do pós-guerra em relação à representação da superfície do real, e em conseguinte à mimese figurativa, e possibilitava uma introspecção, à medida que era visto como a linguagem adequada à interiorização, capaz de tornar vísível o invisível.
A arte abstrata do pós-guerra se distanciou das tendências mais geométricas das vanguardas e inaugurou uma tendência informalista que recusava regras de composição fixas e priorizava um traçado espontâneo e a livre combinação de ritmos e estruturas, técnicas próximas à écriture automatique dos surrealistas. Os principais representantes alemães da arte informal, diretamente ligada ao grupo École de Paris, fundado em 1940, são Karl Friedrich Dahmen, Wols (Alfred Otto Wolfgang Schulze) e Hans Hartung.
Outros grupos de artistas do pós-guerra, relacionados ao expressionismo abstrato norte-americano, ao tachismo surgido na França e ao informalismo especificamente nórdico do grupo COBRA (COpenhagen, BRuxelas e Amsterdam), são junger westen (K. O. Götz, E. Schumacher, 1948), Zen 49 (H. Trier, K.R.H. Sonderborg, F. Thieler, 1949), Quadriga (K.O. Götz, O. Greis, H. Kreuz e B. Schultze).

terça-feira, 5 de maio de 2015

Correspondência Oficial - Trabalhos Executados no mês de junho de 1865 - Colônia Blumenau

Apresentamos mais um acerto de contas - via fotografia de documentos originais guardados no Setor de Documentos Raros da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina - correspondência entre a Presidência da Colônia Blumenau e a Presidência da Província.
A partir dessa correspondência, entre outras informações, temos a confirmação, do quanto o bairro de Badenfurt é antigo. Foi mencionado nessa correspondência oficial quando a colônia tinha somente 15 anos. É sabido que foi a segunda nucleação urbana a surgir após a fundação do Stadtplatz da Colônia Blumenau.


Colônia Blumenau em 1868









Transcrição
Colônia Blumenau



Trabalhos executados no mês de Junho de 1865.
Estrada de Passo Manso
Junho – Aplainamento da estrada ________
_____Atterros e talhos________
Caminho do Encano
______________de caminho muito pedroso.
Estrada do Rio do Texto
Aterro na ponte perto do Hartmann
Caminho do Rio do Texto
Aterro na ponte perto do Hachlander
Caminho na Margem Esquerda do rio acima de Badenfurt.
_______, atterros perto do Kluge e do Reith.
Pagamento ao mestre carpinteiro no canal triangular perto do Reith, derrubar , falquejar e transportar _____ com madeiras e erigir o canal à 320m.
______de pranchões à 60 m.
Arranjar e colocar os pranchões
Entrada para o littoral
A conta de atteos para 4 canaes
Atterro perto do Castelain
Derrubar a ponte da velha e factura
Ahuma ponte provisória
Canal do ribeirão do Retiro
Jornaes de carpinteiro, factura das grelhas do fundamento.
Escavação do canal para o fundamento
Atterro da ponte do ribeirão Fresco
Jornaes, concerto do atterro
Morada do Pastor
8. Jornal de carpinteiro, concerto do alpendre.
Casa d´escola para o sexo feminino
Pagamento ao mestre vidraceiro por vidros para 4 trapeiras.
Pagamento ao marceneiro para as obras de marceneiro.
Pagamento ao mestre carpinteiro erecção da cozinha ___madeira.

Colônia da Blumenau, 2 de Agosto de 1865
O Diretor interino
H. Wendeburg.
Estrada do Testo
Beneficiamento da madeira
Equipe de um Mestre Carpinteiro 
Ponte Coberta sobre Rib. Fresco
Foto enviada pelo Arquivo Histórico de Rio do Sul


Outras Correspondências
  1. Correspondência Oficial - Colonia Blumenau 1
  2. Correspondência Oficial 1865 - Trabalhos Executados no mês de junho de 1865
  3. Correspondência Oficial 1865 - Voluntários da Pátria
  4. Correspondência Oficial - 1865 - Trabalhos executados no mês de agosto de 1865
  5. Correspondência Oficial 1867 - Hermann Wanderburg
  6. Correspondência Oficial - Solicitação de Padre Para Colonia Blumemau - 1867
  7. Correspondência de Hermann Wanderburg - 1868 - Subdelegado de Polícia - 1868
  8. Correspondência Oficial 1868 - Relacionado a chegada de 391 colonos - Navio Lord Brongham
  9. Correspondência Oficial - 1871 - Hermann Blumenau
  10. Correspondência Oficial 1873 - Relacionado aos Voluntários da Pátria
  11. Correspondência Oficial 1873 - Solicitação de tratamento médico na capital
  12. Correspondência Oficial 1876 - Estrada de Curitibanos - Verbas
  13. Correspondência Oficial - 1876 - Colônia Blumenau - Orçamento de Obra
  14. Correspondência Oficial 1881 - Sobre Imigração italiana - Colônia Blumenau
  15. Correspondência Oficial 1882 - Colônia Blumenau 2
  16. Correspondência Oficial - Emil Odebrecht - Agrimensor Colonia Dom Pedro


História de Blumenau...