terça-feira, 4 de março de 2014

Museu Beethoven festeja 125 anos com exposição de objetos inéditos

Deutsche Welle

Graças a inicitiva dos moradores de Bonn, a casa onde o compositor nasceu é mantida como museu. Há 125 anos foi fundada a instituição que salvou esse patrimônio cultural do esquecimento e da demolição.
A casa no centro histórico de Bonn, que abriga a mais importante coleção referente à vida e obra de Ludwig van Beethoven (1770-1827), recebe mais de 100 mil visitantes por ano. Isso "se deve a três presentes da história", como explicou o diretor da Beethovenhaus, Malte Boecker, durante a abertura da mostra comemorativa dos 125 anos da instituição, na segunda-feira (24/02).
"O primeiro é que Ludwig van Beethoven nasceu em Bonn. O segundo, e provavelmente maior presente, é a fundação de uma associação de cidadãos, em 1889, para preservar o local de nascimento do compositor. E o terceiro é o milagre de a casa não ter sido destruída pelas bombas na Segunda Guerra Mundial”, enumera Boecker.
Damas de pouca roupa na casa de nascença
Pátio da casa na Bonngasse 20
A Casa de Beethoven ostenta uma história realmente movimentada. Em 1889, por exemplo, mais de 60 pessoas viviam nos andares superiores do imóvel localizado na Bonngasse 20. No térreo ficava uma estalagem. A atração era a cervejaria vizinha, em que as parcamente vestidas jovens da orquestra feminina Tingeltangel tocavam música de dança. Até onde se sabe, seu vestiário ficava no quarto onde Beethoven nasceu.
Após uma visita a Bonn, em 1885, o influente crítico de música vienense Eduard Hanslick ficou indignado com o estado lastimável do local de nascimento de Beethoven. Ele atacou a cidade violentamente por essa "atitude frouxa" com o legado do grande músico. O então prefeito, Hermann Jakob Doetsch, não se deixou impressionar: "Um gajo maluco como esse [Beethoven] ainda consegue prejudicar seriamente a fama da cidade, depois de tanto tempo", contra-atacou.
Casa Beethoven em 1827, ano da morte do compositor
"O local de nascimento de Beethoven na Bonngasse estava ameaçado de ruína iminente", conta hoje o editor de jornal Hermann Neuss, bisneto de um dos salvadores do monumento. "Em 24 de fevereiro de 1889, os 12 'amigos de Beethoven' se encontraram na casa do meu bisavô, na Praça da Catedral, para fundar uma associação para salvar a casa", diz Neuss orgulhoso. Eles decidiram "adquirir, sanear e, por fim, criar lá um memorial a Beethoven". O preço da compra do prédio foi 57 mil marcos.
Apoiadores célebres
Manuscrito original de "Variações Prometeu, op. 35"
Neuss e seus colegas não só sustaram a ameaça de demolição, como também adquiriram uma grande quantidade de manuscritos, imagens, bustos e relíquias de Beethoven – base da atual Coleção Beethoven de Bonn.
Já em 1890, puderam ser expostos 360 dos objetos, numa primeira grande mostra. O trabalho da associação recebeu imediatamente o respaldo de músicos do primeiro escalão, na época, como Johannes Brahms, Clara Schumann e Giuseppe Verdi.
O famoso violinista Joseph Joachim organizou um grande festival de música de câmara naquele mesmo ano. A casa transformada museu foi finalmente inaugurada em 10 de maio de 1893, durante um segundo festival camerístico.
Olhando para o futuro
Objetos do museu são trazidos de volta após a guerra
A exposição especial em comemoração aos 125 anos da Beethovenhaus apresenta inúmeros documentos históricos, como filmes, gravações, cartas e recortes de jornais, em parte inéditos, traçando um arco histórico de desde antes da fundação até as atividades atuais do centro, no século 21.
Particularmente tocante é a área da exposição sobre a Segunda Guerra Mundial. A casa é uma das poucas do centro de Bonn que resistiu aos bombardeios praticamente incólume. Arriscando a própria vida, o então zelador do museu protegeu o edifício durante um ataque aéreo em outubro de 1944, simplesmente atirando para os jardins adjacentes as bombas incendiárias que caíam sobre o telhado da casa.
No aniversário de 125 anos da morte do músico, em 1952: presidente Theodor Heuss e premiê Konrad Adenauer com Theodor Wildeman, então diretor da Casa Beethoven
A mostra transmite bem o clima de perigo, apresentando, além de uma das bombas, trechos de noticiários cinematográficos da época e fotos da restituição do acervo, em maio de 1945, o qual ficara guardado num local mais seguro durante a guerra.
"Temos uma grande tradição, e nossa responsabilidade é manter a vida, a obra e a influência de Beethoven vivas para o futuro", diz Malte Boecker. Isso se aplica em especial, é claro, ao 250º aniversário de Beethoven, em 2020.
Para o ano de jubileu planejam-se, entre outros eventos, um estudo científico, em cooperação com a Universidade de Bonn, sobre a história da Casa Beethoven durante o período do nacional-socialismo; além de uma revisão conceitual completa da exposição permanente, explica Boecker, acrescentando que "isso implica uma expansão em termos de espaço."
A exposição especial na Beethovenhaus com 100 novas peças, em parte jamais expostas, pode ser visitada em Bonn até 17 agosto de 2014.
  • Data 01.03.2014
  • Autoria Marita Berg (ba)
  • Edição Augusto Valente

segunda-feira, 3 de março de 2014

Musik in der Nacht

Guten Abend Freude!
Um pouco de música na noite ...

Sr. Carl Michael Ziehrer
Também vamos conhecer um pouco sobre a vida do compositor e maestro, Sr. Carl Michael Ziehrer. O último vídeo é uma composição de sua autoria. 
O compositor e maestro nasceu em Viena. Foi aluno do Sr. Simon Sechter, conhecido  teórico e músico de Viena e também de Johann Emanuel Hasel. O músico foi descoberto pelo produtor de música Sr. Carl Haslinger, um dos editores de Johann Strauss. No dia 21 de novembro de 1863, Sr. Haslinger apresentou o jovem maestro a frente de uma orquestra, recém formada no Dianabad Saal, em Viena. Pouco tempo depois, o maestro também tinha espaço em uma das bandas militares de Viena. Em 1873 tornou-se mestre de Kapelle de uma grande orquestra civil.  O maestro Ziehrer, também publicou a revista "Deutsche Musikzeitung", mais tarde tornou-se uma das mais importantes fontes de estudos musicais - meados de 1870. Em 1881, conheceu sua futura esposa - Sra Marianne Edelmann, uma cantora de opereta em Berlim.
Entre 1885 e 1893, o Maestro viajou como maestro militar, alcançando a distinção de "Übernahme der Militärmusik der Hoch", como também a condecoração de "Deutscmeister". Em 1893, foi convidado para se apresentar na Exposição Mundial de Chicago. Logo após, passou por, apresentando-se,  41 cidades alemãs e depois retornou a Viena, formando uma orquestra especial para tocar músicas para dançar. Na virada do século dedicou-se à composição, diminuído seu tempo de trabalho na banda militar. Foi reconhecido com a opereta "Fremdenführer". No período antes da guerra trabalhou com compositores como Franz Lehár, Oscar Straus e Leo Queda.
Durante a I Guerra, sua propriedade foi destruída e partiu no dia 14 de novembro de 1922, em Viena, com pucos recursos. Foi sepultado no Zentralfriedhof. Compôs mais de 600 valsas, polcas e marchas - Último vídeo.












Bis Morgen!




Mito da moda, Coco Chanel é celebrada em mostra de Hamburgo

Deutsche Welle

Criadora do "pretinho básico", que revolucionou o vestuário feminino na década de 20, a estilista francesa é um mito da moda. Exposição em Hamburgo conta a história, em dezenas de peças de ou inspiradas por Chanel.
Pode-se chamar Coco Chanel de muitas coisas, menos de insegura. "Este vestido básico vai virar uniforme de todas as mulheres de bom gosto", declarou à revista americana Vogue, em 1926. A confiante estilista francesa referia-se a nada menos do que o lendário "pretinho básico", peça encontrada atualmente nos mais variados cortes e tecidos nos armários femininos de todas as partes do mundo.
Apesar de não ter sido exatamente a criadora do modelito, foi Chanel quem o tornou um clássico da moda. Ao lançar a elegante peça, com caimento no joelho e todo na cor negra, Chanel chocou a sociedade conservadora da época e quebrou tabus. Até então, as mulheres usavam roupas até o tornozelo e o preto era relegado às serviçais. A confiança da estilista francesa, porém, convenceu os editores da Vogue a anunciar "o vestido que o mundo todo vai usar".
Coco Chanel num de seus famosos modelos de cor preta
Em pouco tempo, mulheres de todas as partes do planeta estavam trajando peças desenhadas por Coco Chanel. Não apenas vestidos, mas também tailleurs (conjuntos de casaco acinturado e saia), bolsas e bijuterias. Depois veio o famoso perfume Chanel N° 5, de fragrância inconfundível e vendido num vidro elegante e simples. Com suas criações, a estilista francesa alcançou fama e popularidade como poucos no mundo da moda.
As marcas do mito Chanel fazem parte de uma exposição itinerante aberta nesta sexta-feira (28/02) no Museu de Artes Aplicadas de Hamburgo. Até 18 de maio, visitantes de "Um sopro de Chanel" poderão ver de perto mais de 70 peças de vestuário e bijuterias criadas pela estilista, além de dezenas de outras por diferentes designers, inspirados nela.
No princípio eram os chapéus
Nascida em 1883 em Saumur, na região do Loire, Gabrielle Chanel ascendeu ao mundo da moda por um golpe do destino. Após a morte da mãe, em 1895, foi acolhida num orfanato, onde aprendeu as aptidões que a levariam ao topo: corte e costura.
"Tailleur", um dos grandes trunfos de Chanel
Gabrielle virou Coco na época em que trabalhava como cantora num café. Sua grande paixão, porém, não estava no mundo da música, e sim no universo da moda. Em 1910, a jovem francesa deu o primeiro grande passo nessa direção, ao inaugurar uma loja de chapéus em Paris.
Três anos mais tarde, abria uma boutique de moda e, em 1915, sua primeira grande loja. Com o estrondoso sucesso do vestidinho preto, já na segunda metade dos anos 1920 Coco Chanel ostentava uma situação financeira sólida.
Herdeiro Karl Lagerfeld
Para Chanel, a razão do sucesso de suas criações era simples: "Devolvi ao corpo das mulheres a sua liberdade." Na década de 20 as mulheres passaram a mostrar mais de si, irradiando autoconfiança, corpetes e espartilhos apertados viraram coisa do passado.
Além de atender às necessidades de suas contemporâneas, Chanel definiu o estilo de uma época. Suas criações eram simples e elegantes, confortáveis e cheias de estilo. E ela era, acima de tudo, autêntica: sua casa de moda jamais lançou um modelo que ela própria não teria usado.
Karl Lagerfeld assumiu direção art[istica do ateliê em 1983
Seguindo o lema "Você é o que veste", Chanel contribuiu significativamente para a criação da "nova mulher", que não tinha mais nada a ver com a imagem empoeirada e austera da sociedade de antes da Primeira Guerra Mundial. O comprimento das saias encolhera do tornozelo para logo abaixo do joelho –para quem sequer usasse saia: numa outra queda de tabu, a própria Coco por vezes preferia calças compridas.
Mesmo após a morte da estilista, em 1971, o mito Coco Chanel manteve-se vivo. Sua marca, porém, perdeu a força, e só se restabeleceria em 1983, quando o alemão Karl Lagerfeld assumiu a direção artística do ateliê. Várias vezes ele incorporou as ideias da fundadora em suas criações. Mais do que tudo, porém, acatou a receita de sucesso da estilista francesa, que ela própria resumiu em uma frase. "Um vestido bem cortado cai bem em qualquer mulher: ponto final."
  • Data 02.03.2014
  • Autoria Marc von Lüpke (msb)
  • Edição Augusto Valente
  • Mais temas Moda e Design

Um promessa - Combinada na Alemanha

Sra. Ilda, esposa do Ex coralista do Coro Masculino Liederkranz com os "Velhos Camaradas", durante almoço deste último domingo após a música Alte Kamerade
No ano de 2013, parte dos integrantes dos coros Misto e Liederkranz do C.C. 25 de Julho de Blumenau, estiveram em Turnê pelo sul da Alemanha.

Para saber mais, clicar sobre: Nós e os Coros na Alemanha.
Entre alguns coralistas, que estiveram na turnê, estava o Sr. Wolfgang Krieger, que viajou com sua esposa Sra. Ilda. Sr. Wolfgang compartilhou com a Sra. Ilda que pretendia reunir, todos os amigos que estiveram na Alemanha e os demais coralistas em um grande congraçamento.
No dia 11 de setembro de 2013, Sr. Wolfgang partiu, sem conseguir reunir os amigos, como desejava.

Para ler mais, clicar sobre: Despedida...

Sua esposa e filhas - Sra. Ilda, Sra. Morgana e Sra Gracille fizeram questão de fazer o encontro que Sr. Wolfgang idealizou. Neste domingo, ofereceram um almoço aos coralistas dos Coros do C.C. 25 de Julho de Blumenau, e aos seus familiares. Estiveram presentes, as filhas e netos, com também os genros, ao lado da Sra. Ilda, que sorria com lágrimas nos olhos. 


Hoje - Durante as falas no momento do almoço

Foi um momento de emoção e saudades.
Foi um  momento da amizade. 

As imagens comunicam...





 




 

















Vídeos

 






A vida é feita de momentos.
Bons momentos propiciados pela Sra. Ilda e pelo Sr. Wolfgang...
...em tempos diferentes!
Momentos entre amigos.

domingo, 2 de março de 2014