domingo, 22 de março de 2026

Rikobert Döring (Rigo) — Seu legado para Blumenau e região (5 de julho de 1932 — † 21 de março de 2026)

Rikobert Döring (1932-2026).

Rikobert Döring nasceu na localidade de Mulde Central, município de Timbó, Santa Catarina, em 5 de julho de 1932. Seus pais foram Hermann Döring, nascido em 28 de janeiro de 1910, e Ida Döring, nascida em 9 de fevereiro de 1911.


Quando Rikobert Döring contava com 16 anos de idade, não hesitou em trocar sua bicicleta por um acordeom.
Em Blumenau, estudou música com Franz Baumgart, no conservatório de Música Curt Hering, localizado no Teatro Carlos Gomes.
Conjunto Musical do Stúdio Universal.
Franz Baumgart lançou Rikobert Döring quando, ao sair do Conservatório, fundou o Stúdio Universal, que funcionava no mesmo prédio da Casa Willy Sievert. Ali, formou o Conjunto Musical do Stúdio Universal, cuja primeira apresentação ocorreu em 8 de janeiro de 1955, no baile da Sociedade Recreativa e Cultural Lyra Salão Paulo Fischer.
Rikobert Döring
estreou tocando um acordeom da marca Scandalli em 1955; portanto, há mais de 70 anos. Em 18 de abril de 1965, Rikobert fundou o conjunto musical "Rigo e seu Conjunto", que utilizou como base o grupo de Baumgart após a saída deste. "Rigo" é o apelido de Rikobert.
"Rigo e seu Conjunto" tinha a seguinte formação:
  • Rikobert Döring;
  • Sérgio Max Rabitz;
  • Domenicos Junkes;
  • Esnard Oliveira;
  • Abel Evaristo;
  • Luiz Berti Neto;
  • Perfeito de Aguiar.

Em 1962, o companheiro de Rikobert Döring, Franz Baumgart foi até o prefeito Hercílio Deeke com a proposta de criar a Banda Municipal de Blumenau. Não somente recebeu total apoio, como também foi convidado a formá-la e dirigi-la e fez parte desta formação, também Rikobert Döring.
Em 10 de maio de 1967, Rikobert Döring adquiriu de Osni Sievert um acordeom Frascatti com 120 baixos. Em março de 1969, sua banda adquiriu um Giannini. Em 2 de julho de 1969, passaram a tocar no Restaurante Frohsinn, momento em que surgiu o Quarteto Frohsinn, formado por Rikobert, Franz Baumgart, Sérgio Rabitz e Perfeito de Aguiar. Em agosto de 1969, Franz Baumgart saiu, sendo substituído por Luiz Berti Neto. 
Em fevereiro de 1971, o Restaurante Frohsinn contratou o cantor Vilmar, que se juntou ao quarteto; as apresentações seguiram até 30 de março de 1973. 
Em 10 de abril de 1973, o conjunto passou a tocar no Restaurante Cavalinho Branco — ou Im Weißen Rössl (No Cavalo Branco) —, nome inspirado em uma opereta muito famosa na Alemanha, segundo Marga Holtzmann Nunes. O restaurante pertencia a Antônio Pedro Nunes e Marga Holtzmann Nunes, que contrataram a banda após restaurarem a edificação, originalmente idealizada para ser uma maternidade,  a Johannastift. 

Rokobert Döring contando um pouquinho desta história.

Toda essa mudança na banda de Rikobert Döring resultou no primeiro LP (Long Play), intitulado "Conjunto Típico Cavalinho Branco", lançado em 10 de julho de 1978.
Nesse período, a banda era formada pelos seguintes integrantes:
  • Rikobert Döring;
  • Marcos Döring;
  • Marcos Novaski;
  • Perfeito de Aguiar.
Em 3 de novembro de 1979, a banda de Riko começou a tocar na frente do Castelinho da Casa Moellmann.
Foi em 21 de março de 1981 que realmente oficializaram o nome da banda como Banda Musical Cavalinho Branco Ltda., mesmo que não mais se apresentassem no "Restaurante Cavalinho Branco" ou "Im Weißen Rössl", que também não mais pertencia aos Nunes. Nesse período, ocorreu o retorno de Marcos Novaski, que havia deixado o grupo em 1979.
A formação da então Banda Musical Cavalinho Branco Ltda. recém-formada era:
  • Rikobert Döring;
  • Marcos Döring;
  • Marcos Novaski;
  • Perfeito de Aguiar — que esteve ao lado de Rikobert desde o início de seu trabalho;
  • Osni Sievert;
  • Luiz C. de Aguiar (que em outubro de 1983 foi substituído por Silvio Luiz Capelani);
  • Posteriormente, Lino Vieira.
A banda de Rikobert Döring gravou quatro LPs (discos). São eles:
  • No Cavalinho Branco;
  • Conjunto Típico Cavalinho Branco;
  • 2X Banda Cavalinho Branco
Trabalho de 1986
Trabalho de 1987
Vídeo - Disco de 1987
Lado A
Lado B
Rikobert Döring
também compôs músicas que foram gravadas nos discos, como "3 de Julho" e o arranjo novo para "Seerosen". No segundo disco, compôs a marcha "Rigo’s Marsch", o novo arranjo para "Muss i denn" e para "Auf Wiedersehen". No terceiro LP, compôs a marcha "A banda já chegou" e, no quarto, as composições "Eu sou de Blumenau" e "Cheguei", além dos novos arranjos para a valsa "São Paulo" e "Não vamos para casa".
Rikobert Döring, no início da década de 1960, foi regente de parte dos coralistas que saíram do Carlos Gomes e permaneceram no Clube Concórdia, quando os demais (a maioria e o nome) migraram para o C.C. 25 de Julho de Blumenau, dando continuidade à centenária história do Coro Masculino Liederkranz, temporariamente encampado pelo Carlos Gomes.
Rikobert Döring
também foi maestro. Dirigiu o Coro Misto da Sociedade Recreativa e Cultural Lyra, o Coro Masculino e Infantil do Clube de Caça e Tiro Concórdia (parte do Coro Masculino Liederkranz que não migrou para o C.C. 25 de Julho de Blumenau) e o Coro Misto da Água Verde. Para se tornar regente, Rikobert fez um curso de regência de corais em Linha Brasil — em Nova Petrópolis (RS) —, patrocinado e incentivado pelo C.C. 25 de Julho de Blumenau.
Como já mencionado, em ordem cronológica, Franz Baumgart fundou a Banda Municipal de Blumenau e convidou Rikobert Döring para ser seu contramestre. Também foi professor de música e de alguns instrumentos em sua residência, tendo até 65 alunos mensais.
Rikobert Döring também foi Delegado da Ordem dos Músicos do Brasil em Blumenau, com jurisdição de Ilhota até Subida, e também presidente do Conselho Fiscal do Sindicato dos Músicos Profissionais de Blumenau.
Homenagem Oktoberfest 2010

Homenagem no Show dos Velhos CamaradasOktoberfest Blumenau 2012 — pelo Coro Masculino Liederkranz, em 24 de outubro de 2012.
Maestro José Carlos Oechsler e Rikobert Döring.
Na Oktoberfest Blumenau 2016, Rikobert Döring voltou aos palcos com o Rigo's Stern, formado por ele, seu filho Marciel Döring e Elisiana Klabunde.
E também na Oktoberfest Blumenau 2016, Rikobert Döring participou da abertura oficial da edição da Oktoberfest Blumenau, a convite do Secretário de Turismo de Blumenau, Ricardo Stodieck.

No palco da abertura do Oktoberfest Blumenau 2016 - Ricardo Stodieck, Secretário de Turismo, homenageou Rikobert Döring.
Capa do terceiro disco do Cavalinho Branco, Com Rikobert Döring e Ricardo Stodieck na capa.
Registramos Rikobert Döring, também na festa de comemoração de 50 anos da Banda que fundo, a Banda Cavalinho  Branco - atual Cavalinho , em 23 de agosto de 2023.
Silvio Luiz Capelani e Rikobert Döring - 23 de agosto de 2023.
Rikobert Döring, 2023.

Rikobert Döring se casou com Lilian Döring em 25 de maio de 1955, com quem ficou casado por 70 anos. O casal teve dois filhos, também músicos: Marcos Döring e Marciel Döring. 
Lilian faleceu em 5 de aneiro de 2026.
Registros para a História











Rikobert Döring faleceu na tarde de 21 de março de 2026, deixando um legado imensurável para a história da música regional. Nossa solidariedade aos familiares e amigos próximos 
O velório ocorre na Capela Mortuária do Cemitério da Rua João Pessoa, a partir de 0h00, e a cerimônia de despedida acontecerá às 14h30, do dia 22 de março de 2026.
Em construção...

Um registro para a História.

Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
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sábado, 21 de março de 2026

Casas enxaimel de Corupá - Projeto de Paulo Henrique Siegel

Corupá/SC

Em 26 de fevereiro de 2026, o pesquisador e agrimensor de Corupá, Paulo Henrique Siegel, nos recebeu e apresentou parte de seu projeto, que está em desenvolvimento como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de Geografia, no qual é graduando. O projeto consiste no levantamento de tipologias construídas com a técnica construtiva enxaimel (Fachwerk), localizadas no território da cidade que foi a antiga Colônia Hansa Humboldt, fundada por imigrantes alemães.
Parte do mapeamento do patrimônio levantado por Paulo Henrique, na cidade de Corupá.

Antes de prosseguir - um pouco de História...
Aparentemente, a Colônia Dona Francisca (atual Joinville) e a Colônia Blumenau historicamente sempre competiram entre si. A Colônia Dona Francisca estava, e está, localizada junto a uma das "portas' da Europa na região: o Porto de São Francisco do Sul.
Entretanto, em suas histórias, houve um "elo" que promoveu a ligação entre ambas mais do que muitos imaginam, indo além do acesso marítimo: a Sociedade Colonizadora Hanseática.
A Sociedade nomeou como Diretor de quatro de suas colônias, por mais de 20 anos, seu então Engenheiro-Chefe, nascido no Stadtplatz da Colônia Blumenau (1875), José Deeke. As colônias sob sua direção foram: Hansa Hammonia (atual Ibirama, cujo território pertencia à Colônia Blumenau), Hansa Humboldt (atual Corupá), Hansa Itapocu (atual Jaraguá do Sul) e Hansa São Bento.
Abaixo, o mapa desenhado pelo então Engenheiro-Chefe da Sociedade Colonizadora Hanseática, José Deeke — nascido na Colônia Blumenau e aprendiz do engenheiro agrimensor Heinrich Krohberger.
O mapa ilustra muito bem os caminhos de outros tempos — muito diferentes dos que conhecemos atualmente. Os acessos para a região eram feitos a partir dos portos marítimos de São Francisco do Sul e de Itajaí.
A nucleação urbana de Pomerode, na época denominada Pommerroda, foi fundada no território da Colônia Blumenau, às margens do Rio do Testo. Sua localização era estratégica: no caminho para o porto de São Francisco do Sul, que passava pelas colônias de Hansa Itapocu, Hansa Humboldt e Dona Francisca. 
Também se pode observar que o trajeto de São Bento até o porto de São Francisco do Sul poderia ser percorrido de trem. No mapa feito por José Deeke em 1905, está assinalado o traçado ferroviário — um transporte de vanguarda e muito contemporâneo para a época.
Observando esta logística interna no interior das colônias alemãs e o traçado dos caminhos, podemos afirmar que esta foi uma rota incrementada não somente pela Sociedade Colonizadora Hanseática, mas também pela Colônia Blumenau. Tratava-se de uma das principais vias até o Porto de São Francisco do Sul, por onde chegaram muitas famílias de imigrantes e produtos importados da Europa, principalmente da Alemanha, para o interior do território.
Fonte foto: Almanaque OCP.
Na fotografia acima, observa-se uma família de imigrantes alemães da Colônia Humboldt (Corupá). Observar a edificação ao fundo, coberta com telhas de tabuinhas de madeira — o sistema original de telhamento conhecido como Schindel. O Schindel é considerado a primeira telha inventada e que deu origem, posteriormente, a telhas feitas com outros materiais.
Esta casa de Corupá foi inteiramente construída em madeira, apresentando a característica varanda na parte frontal e um rancho aos fundos. A edificação repousa sobre pilaretes de pedra, elevada do solo, seguindo o mesmo padrão das casas enxaimel com fechamento em tijolos aparentes. Esta construção possui todas as características de uma estrutura enxaimel (Fachwerk), porém com o fechamento executado em madeira.
A pose dos membros da família, mesmo com vestimentas simples, transmite uma marcante postura de dignidade. Provavelmente trajavam suas melhores roupas para o registro — uma prática comum na época para que a fotografia fosse enviada aos familiares que permaneceram na Alemanha, refletindo sua realidade como pioneiros e construtores das novas cidades da região.

Promenade - Observando o patrimônio na paisagem na Companhia de Paulo Henrique, Arquiteta Susan Eipper e Marco de Vries

Seguimos o roteiro das casas levantadas por Siegel e fotografamos alguns dos exemplares, para ilustrar este momento de sua pesquisa, que tem como objetivo efetuar um levantamento das casas construídas com a técnica enxaimel em Corupá atual. Antes de prosseguir, perguntamos e também respondemos: 
O que é enxaimel?
Duas das três edificações do Museu da Família Colonial, localizado na Palmenallee Straße — Rua das Palmeiras e antigo Boulevard Hermann Wendeburg, em Blumenau, SC. A primeira, à esquerda, é a edificação mais antiga do Vale do Itajaí. Foi construída em 1858 com a técnica enxaimel (Fachwerk) e pertenceu a Hermann Wendeburg e família, representando uma tipologia da evolução do enxaimel na área urbana. A segunda, à direita, data de 1864 e foi residência de Victor Gaertner e família.
Enxaimel, resumidamente, de acordo com o livro "Fachwerk - Técnica Construtiva Enxaimel" Angelina Wittmann:
 A casa com a estrutura enxaimel é um dos muitos modelos resultantes de um processo que teve início durante a primeira grande revolução do homem, quando este deixou de ser coletor e caçador e se fixou no solo, tornando-se agricultor a pastor.
Homem que domou, segundo Munford, a si mesmo e depois, o meio insalubre que tinha que tirar a sua sobrevivência e construir a sua casa primária com materiais tirados deste meio, o embrião da casa de madeira encaixada, com a presença dos primeiros encaixes. 
Enxaimel é uma estrutura de madeira independente das paredes, com toda a complexidades da distribuição de cargas que isto significa e só conseguida nas casas de alvenaria após os experimentos na igreja de Santa Sofia, no século VI e depois evoluído até chegar a leveza dos vitrais das catedrais góticas - o ápice desta revolução na técnica construtiva em alvenaria de pedras. A casa de madeira já apresentava a sua estrutura independente das paredes, 7.000 anos a.C. 
A estrutura enxaimel agregou identidade e características diferenciadas às cidades intramuros, e depois às cidades livres assentadas juntos aos rios, na Alemanha, na Europa e também, no Vale do Itajaí e outras regiões do Brasil. Ao contrário do que afirmam as pessoas desprovidas de conhecimento, a técnica construtiva nunca deixou de ser construída em solo alemão, por representar uma das expressões culturais máximas - na forma de arquitetura - daquelas cidades e que habita o inconsciente coletivo, há mais de 7.000 anos. 
As pessoas que guardam este patrimônio no tempo presente e também constroem novos, são descendentes diretos daqueles que iniciaram o embrião desta técnica construtiva no período neolítico e esta foi repassada de uma geração a outra, sempre com o acréscimo de melhorias e novas tecnologias advindas de experimentos práticos. Há também, aqueles que fazem questão da tradição no momento de construir uma casa enxaimel, utilizando as mesmas ferramentas, rituais e práticas, de alguns milhares de anos atrás outros da época áurea medieval - período nacional da Alemanha, onde a produção contemporânea de enxaimel faz uso de tecnologia de ponta, robótica, modelagem, disponibilidade em catálogos, com 369 diversos tipos de materiais para o fechamento, formas e volumes, tudo seguindo a rigorosa legislação ambiental e construtiva daquele país. 
Atualmente, na Alemanha, o uso da estrutura enxaimel e sua versatilidade mediante a disponibilidade de diversos materiais alternativos para seu fechamento tem também, o aspecto ecológico e seu uso relacionado à sustentabilidade do bem morar. Angelina Wittmann - páginas 368/369

As imagens comunicam - Corupá - fevereiro de 2026...



Casa construída em 1906.












Casa enxaimel, de acordo com a classificação em nossa pesquisa, com os anexos rurais: Varanda e cozinha.


























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Seminário de Corupá visto  do Mirante do Morro Süssenbach,



Mirante do Morro Süssenbach.





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Esta tipologia é muito interessante. Sua abertura são peculiares e diferentes daquelas que normalmente eram usadas nas casas da região.







Edificação que está recebendo atenção do poder público de Corupá. Uma tipologia característica do norte da Alemanha, construída com a técnica do Backstein, mas com a volumetria típica da casa enxaimel.



Edificação que está recebendo atenção do poder público de Corupá. Uma tipologia característica do norte da Alemanha, construída com a técnica do Backstein, mas com a volumetria típica da casa enxaimel.




Tipologia enxaimel com fechamento em madeira.

Qual a história da família que construiu esta casa?





Após a observação de parte do patrimônio de Corupá, fomos recebidos por um grupo local para um café e também para realizar trocas sobre o patrimônio e a importância do trabalho de Paulo Henrique Siegel. Após o café, fizeram uso da palavra: nós, Ingelore Werner Eipper (primeira-dama) e o pesquisador e agrimensor Paulo Henrique Siegel.

As falas no Jardim de Charlotte - Corupá SC
Estiveram presentes no encontro da tarde, durante o café no Jardim de Charlotte: Paulo Henrique Siegel, Fernanda Siegel, Anita Siegel, a arquiteta Susan Eipper, Marco de Vries, Ingelore Werner Eipper, o prefeito de Corupá  Eddy Edgard Eipper, a Secretária de Turismo Glauce Inês de Araújo, o arquiteto da prefeitura Adrian Fuchs Fey, Christi Fuchs Fey, Rosane Graff  do Instituto Carlos Rutzen e Giuliano Berti, do Seminário Sagrado Coração de Jesus.
Marco de Vries, Paulo Henrique Siegel, Glauce Inês de Araújo, Angelina Wittmann, Christi Fuchs Fey e Adrian Fuchs Fey.

No dia seguinte, o casal Eipper e família ofereceu um almoço em sua residência para nós, Christl Fuchs Fey e para a família do pesquisador Paulo Henrique Siegel. Ofertamos parte de nossos títulos à pesquisa de Corupá.
Paulo Henrique Siegel e Ingelore Werner Eipper.


Ingelore Werner Eipper.


























Com a Arquiteta Susan Eipper e sua mãe, Ingelore Werner Eipper. Susan trabalha na Bauhaus, Alemanha. Tivemos a oportunidade de conhecê-lo, através das "pontes" construídas por Fernanda Siegel.





Muito obrigada pela oportunidade.
Um registro para a História.

Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
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