Ainda no dia 27 de abril de 2025, saímos de Weingarten (cidade coirmã de Blumenau), terra natal de Norbert Gälle. Ele e Alex nos guiavam, mostrando esta linda região de Baden-Württemberg, enquanto seguíamos para Ravensburg, cidade natal dela.
As duas cidades são praticamente conurbadas, com menos de 5 km de distância entre elas. Em Ravensburg, passamos o restante do dia e, sem querer, nos despedimos de nosso "relicário": um grande Edelweiss em forma de camafeu, perdido enquanto caminhávamos por suas ruas. Há registros fotográficos de que ele estava conosco até o almoço; depois, não mais. Nas últimas três viagens à Alemanha, ao longo de 13 anos, ele sempre nos acompanhou, mas desta vez ficou em Ravensburg — como um presente deixado para alguém.
| Distância de menos de 5 Km entre Weingarten (Cidade natal de Norbert Gälle) e Ravensburg (Cidade natal de Alex Gälle). |
Ravensburg
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| O mesmo relevo da cidade murada de Ravensburg. Esta parte mais alta é o Philosophenweg, onde estivemos com o Norbert e o Alex Gäle. De lá, há uma vista privilegiada da cidade histórica. |
Ravensburg é uma cidade ao sul da Alta Suábia. A antiga Cidade Imperial Livre situa-se no Vale de Schussen, não muito de Bodensee, e era anteriormente conhecida como a "Nuremberg da Suábia", devido às suas numerosas torres medievais tão bem preservadas.
A origem do nome Ravensburg é incerta, mas é indiscutível que a cidade o recebeu do Schloss situado acima dela, hoje chamado Veitsburg. Uma teoria comum sugere que a primeira parte do nome deriva de "Rabe" ou "Raban", que teria fundado a fortificação original. Alternativamente, a grafia mais antiga de inspiração latina, Ravenspvrg, pode ser interpretada como "Rauenburg", sugerindo uma ligação com a encosta íngreme próxima ao castelo.
Ao longo da história, a denominação local evoluiu de Ravenspurch (1088) para Ravensberc (1231) e Ravensburg (1323).
Os primeiros assentamentos no local histórico de Ravensburg existiam já no período Neolítico, em torno de 2000 a.C. Depois sob domínio do Império Romano e após a invasão alamana, como demonstram as descobertas arqueológicas no Vale de Schussen e na colina de Veitsburg.
Ravensburg foi mencionada pela primeira vez em um documento de 1088 e foi uma Cidade Livre Imperial até 1803. De acordo com o conhecimento atual, o núcleo da cidade atual se originou como um assentamento de habitantes abaixo do Schloss, castelo ancestral dos Welfs, na crista entre os vales de Flappach e Schussen.
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| Fonte: Wikipédia. |
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| Rodolfo I. |
A previsão estratégica da época impediu o surgimento de concorrência nas imediações: em uma intervenção conjunta, bem-sucedida e mutuamente benéfica, a cidade de Ravensburg e a Abadia de Weingarten agiram para impedir que o município vizinho de Altdorf se tornasse uma Cidade Imperial. Essa união de esforços garantiu a hegemonia regional das duas instituições e moldou o desenvolvimento da área até os dias atuais.
No final da Idade Média, Ravensburg era a sede da Grande Companhia de Comércio de Ravensburg, a principal empresa comercial alemã da época, que tinha filiais por toda a Europa (mesmo antes dos Fuggers).
O rápido desenvolvimento econômico, particularmente no século XIV, levou a diversas expansões dos limites urbanos. A mais significativa delas foi a incorporação da chamada "cidade baixa" às fortificações e a demolição da antiga muralha entre os dois distritos (1330-1370). Isso resultou na criação da praça que ainda hoje domina a paisagem urbana: a Marienplatz. Situada sobre o antigo fosso da cidade, que foi aterrado, ela se estende entre o Frauentor (Portão das Mulheres), ao norte, e o local do antigo Kästlinstor (Portão de Kästlin), demolido no século XIX, ao sul.
Por volta de 1530, a Grande Companhia de Comércio de Ravensburg entrou em colapso. Nessa época, as famílias mais influentes já haviam migrado seus investimentos para a aquisição de propriedades rurais e solares. Surgiram disputas entre ramos familiares e, sobretudo, uma forte concorrência com os mercadores de Augsburg, que passavam a dominar as rotas comerciais antes exclusivas dos Ravensburgers. Somado a isso, a descoberta da América por Colombo provocou mudanças profundas e irreversíveis no comércio europeu de longa distância.
Paralelamente, desde o final do século XIV, Ravensburg desenvolveu uma relevante indústria de papel, que atingiu seu auge no século XVI. Durante a Idade Média, a cidade consolidou-se como a maior fornecedora de papel ao norte dos Alpes e, juntamente com Nürnberg, foi pioneira na produção desse material na Alemanha. Esse setor industrial conferiu a Ravensburg um caráter econômico distinto e pujante que se estendeu até o século XIX.
O declínio, contudo, iniciou-se com o fim do estatuto de Ravensburg como Cidade Imperial Livre e sua incorporação ao Reino de Württemberg, quando os antigos mercados desapareceram sob as novas fronteiras. A primeira das seis fábricas de papel fechou em 1833, e a última, em 1876.
Anteriormente, em 1544, a Reforma Protestante fora introduzida por instigação das corporações de ofício. Inicialmente, houve divergências significativas entre os seguidores de Lutero e Zwingli, mas os luteranos acabaram prevalecendo; havia também uma presença de seguidores de Kaspar Schwenckfeld. No entanto, após a Guerra de Esmalcalda, iniciada em 1547, um movimento de Contrarreforma levou à recatolização de grandes segmentos da população, fazendo com que os católicos voltassem a constituir a maioria.
| Stadtkirche. |
A cidade, já economicamente fragilizada — em parte devido à mudança das rotas comerciais para Augsburg —, sofreu um declínio populacional acentuado durante a Guerra dos Trinta Anos, assolada pela fome e por doenças. Lutou para se recuperar nos séculos seguintes e, como resultado, não houve expansão urbana significativa até a era moderna; a paisagem da cidade permaneceu praticamente inalterada até o século XIX.
No final da Guerra dos Trinta Anos, o Schloss Veitsburg foi arrasado pelas tropas suecas. Apenas algumas construções agrícolas permaneceram de pé. Em consequência disso, o administrador do Bailiado Imperial da Suábia passou a residir em Altdorf-Weingarten a partir de 1647.
Em 1803, o Recesso Final da Deputação Imperial (Reichsdeputationshauptschluss) aboliu a autonomia da maioria das cidades imperiais (mediatização) e nacionalizou as terras da Igreja que, até então, estavam sujeitas diretamente ao imperador (secularização). Ambas as medidas serviram para compensar territorialmente os príncipes imperiais que haviam perdido domínios a oeste do Reno devido às conquistas napoleônicas.
Inicialmente, a cidade foi atribuída ao Eleitorado da Baviera. No entanto, como as terras vizinhas dos Habsburgos passaram para Württemberg e as abadias imperiais de Weingarten e Weißenau foram entregues a outros príncipes, criou-se uma situação de enclave economicamente prejudicial. Em 1810, por força de um tratado de fronteira com a Baviera — confirmado posteriormente pelo Congresso de Viena em 1815 — Ravensburg tornou-se parte do Reino de Württemberg, que já havia adquirido os extensos territórios de Weingarten (incluindo o atual Schloss Friedrichshafen). Com essa integração, a cidade tornou-se a sede administrativa do distrito de Ravensburg.
Informações Turísticas de Ravensburg, com funcionárias (Frauen) devidamente trajadas. Endereço: Marienplatz 35, 88212 — Ravensburg. A Alex ficou atenta à programação e inscreveu nossos nomes para um tour.
| Informações Turísticas de Ravensburg. A senhora da esquerda foi que nos guiou e passou informações históricas. |
Passamos rapidamente por Weingarten antes de chegar em Ravensburg, pois tínhamos um compromisso com um grupo. Foi um momento incrível proporcionado pela iniciativa dos Gäle: assistimos à história da cidade contada no próprio centro histórico por uma guia de turismo devidamente trajada como na Idade Média. O roteiro iniciou pouco antes das 11h e foi muito interessante. Dentro de nossas limitações, já que precisávamos acompanhar o grupo, fizemos alguns pequenos vídeos para registrar esses momentos.
Com isto, a página do Turismo propaga que a cidade é a antiga Cidade Imperial Livre de Ravensburg, situada no coração da região turística de Bodensee e de Allgäu, é o centro econômico da região, com 50.000 habitantes. Outrora um importante polo comercial, é hoje o principal centro de compras da Alta Suábia.
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| O grupo na frente da histórica Rathaus de Ravensburg. |
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| Aos fundos - a Blaserturm. |
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| Lederhaus no Marienplatz. |
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| Em frente a antiga Rathaus. |
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| Maquete da cidade histórica em bronze - na Marienplatz. |
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| Planta da antiga Rathaus. |
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| Interior da antiga Rathaus. |
Vídeo Tour Turístico
Após o tour turístico pela cidade histórica, Norbert e Alex Gälle nos levaram a um lugar muito especial para ela: seu endereço favorito para comer desde a juventude, quando ainda residia com os pais na cidade. O estabelecimento é conhecido pela qualidade e pelo sabor de seus lanches. Chama-se Altes Lädele e está localizado na Seelbruckstraße 5, 88212 — Ravensburg, Alemanha.
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| Altes Lädele. |
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| Fotografia da Alex. Nós ainda estávamos com o Edelweiss no pescoço. |
Foi um momento delicioso em excelentes companhias. Estávamos tão envolvidos que, involuntariamente, deixamos para trás uma de nossas preciosidades. Na fotografia, eu ainda usava o colar com o Edelweiss, que nos acompanha nos melhores momentos há mais de 30 anos, devidamente registrado em cada ocasião importante.
Esta era a terceira vez que o colar retornava à Alemanha. É curioso notar que, pouco antes de sentirmos sua ausência — enquanto saboreávamos um sorvete em outro local —, o tínhamos fotografado sem perceber. Só ao levarmos a mão ao pescoço é que notamos o vazio: ele já não estava mais conosco.
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| Edelweiss que perdemos em Ravensburg. |
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| Hora do sorvete, sem o Edelweiss. Um presente nosso para Revensburg. |
Após o almoço, seguimos pelas ruas da cidade até alcançar a elevação onde se encontra o Schloss Veitsburg. O local é um mirante natural conhecido através do nome do caminho que é Philosophenweg (Caminho dos Filósofos). No topo, encontramos uma senhora de 84 anos que havia subido todo o trajeto sozinha.
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| Parte da antiga muralha da cidade - sul. |
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| Parte da antiga muralha da cidade - sul. |
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| Por ali, até o mato é bonito. |
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| Acompanhando a parte sul, no lado externo, onde ficava a antiga muralha da cidade. |
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| Muro da cidade (parte externa) e flores do campo - primavera. |
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| Acompanhando a parte sul, no lado externo, onde ficava a antiga muralha da cidade. |
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| Gemalter Turm, visto pelo lado "de fora do muro". O fosso foi aterrado. |
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| Local da Gemalter Turm na cidade murada de Ravensburg. |
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| Gemalter Turm, visto pelo lado "de fora do muro". |
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| Gemalter Turm, visto pelo lado "de fora do muro". |
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| Detalhes que fazem a diferença. |

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| Haus Olgastrasse 10. |
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| Konzerthaus de Ravensburg. |
O Konzerthaus de Ravensburg é um teatro e sala de concertos inaugurado em 1897. Utilizado principalmente para apresentações teatrais, concertos e congressos, possui 574 lugares, sendo o maior teatro da cidade.
Financiado por doações, o edifício foi construído em estilo historicista pelo renomado escritório de arquitetura vienense Fellner & Helmer, permanecendo, em grande parte, em seu estado original. O Konzerthaus é o único edifício teatral histórico remanescente na Alta Suábia e em Baden-Württemberg. Devido à sua importância e à coleção preservada de cenários históricos, é um patrimônio tombado desde 1988.
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| Obertor - muito próxima da Mehlsack e do Philosophenweg. |
Philosophenweg
Percorremos o Philosophenweg até um dos pontos mais altos da cidade, que também serve como acesso a pé ao Schloss Veitsburg. Do mirante, é possível avistar quase todos os edifícios históricos e ter uma dimensão da vista que o senhor feudal tinha de sua propriedade.
Como já mencionado, encontramos no topo uma simpática senhora que conversou muito conosco; ela subiu a encosta com uma tranquilidade e disposição admiráveis.
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| Mehlsack em primeiro plano. |

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| Vielen Dank, Norbert Alex, dass Sie uns unvergessliche Momente in Ihrer Region beschert und Ihre kostbare Zeit mit uns verbracht haben. |
Para encerrar o dia 27 de abril de 2025, o Norbert e a Alex nos encaminharam para o local onde passaríamos a última noite em seu Heimat. Era um lugar que hospeda pessoas de maneira diferenciada. A Alex, conhecendo nossa profissão de arquiteta, viabilizou com a proprietária nossa hospedagem em uma casa de arquitetura peculiar, construída em madeira e com uma planta baixa parcialmente circular, distribuída em dois pavimentos, de maneira sustentável. Nesse local, despedimo-nos do Norbert e da Alex Gäle em um misto da alegria por tudo o que vivemos juntos e da melancolia pela despedida, mesmo em um lugar tão encantador, a mini casa Up Trulli.Nossa Casa de Vogt - pertinho de Schwarzwald
Arquitetura
A casa onde nos hospedamos faz parte de um projeto maior na região de Allgäu, baseado no reaproveitamento de antigos silos e no fomento a métodos de construção sustentável. De acordo com o idealizador do projeto, o engenheiro Armin Claar, são necessários cerca de 220.000 euros para a construção de uma unidade.
O fundador da startup Trulli, sediada em Allgäu, tinha como uma de suas especialidades a restauração de edifícios históricos. Atualmente, a empresa constrói casas pré-fabricadas a partir de antigos silos, investindo no conceito de sustentabilidade aplicada à construção civil.
O engenheiro recém-formado Armin Claar fundou a Up Trulli em 2021 na região de Allgäu.
A ideia das casas pré-fabricadas feitas de silos surgiu enquanto ele pedalava. "Quando reparei nas coisas ao meu redor". Armin Claar.
O nome da startup é uma combinação das palavras upcycling (reutilização de materiais) e trulli, termo usado para as casas cilíndricas da Apúlia, na Itália. Ao observar os silos, o idealizador concluiu que seria possível transformar aquelas estruturas circulares em espaços habitáveis. A Up Trulli constrói suas casas-silo sob medida. Os clientes podem escolher entre três modelos, batizados com nomes de montanhas da região de Allgäu: Himmelschrofen, Sonneck e Falkenstein. Claar faz questão de chamá-las de "mini-casas" em vez de "tiny houses", explicando que estas últimas são menores em termos de área útil do que o seu projeto. A menor unidade, a Himmelschrofen, possui 45 m² distribuídos em dois pavimentos.
A equipe, composta por três pessoas e uma rede de parceiros especializados, utiliza apenas materiais sustentáveis, como madeira e argila. Para o aquecimento, instalam um sistema inovador de "papel térmico" nas paredes: feito de papel reciclado e fibras de carbono, ele é embutido no gesso e alimentado por apenas 36 volts. Atualmente, as casas ainda dependem das redes públicas de água e energia, mas o objetivo é torná-las autossuficientes.
O processo completo leva aproximadamente nove meses: dois para planejamento, três para licenças e quatro para a execução. Além da estrutura, a empresa também cuida do design de interiores. O modelo básico custa cerca de 220.000 euros, enquanto a versão Falkenstein — que interliga dois silos com varanda e terraço — fica entre 360.000 e 380.000 euros. Até o momento, quatro unidades foram vendidas.
A Up Trulli também oferece uma unidade para locação de temporada via Airbnb, e foi exatamente nesta casa de férias que passamos nossa última noite em Allgäu.
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| Aufwiedersehen! |
Às 6h30 da manhã, seguimos viagem em direção à Schwarzwald (Floresta Negra), nosso próximo destino. O roteiro iniciou-se em 28 de abril de 2025, uma data muito especial: o dia em que nossa filha, Isabel Wittmann, completou 40 anos de idade.
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| Rumo à Schwarzwald (Floresta Negra). |
Um registro para a História.
Eu sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
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